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30/11/2004 14:12

Indústrias aguardam parecer do governo russo

Famasul Noticías

Para agilizar o processo, o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mict), Márcio Fortes de Almeida, embarca em dezembro para Genebra (Suíça), onde discute acordo bilateral com a Rússia.

Desde o início das restrições, acreditava-se que a sanção não duraria muito tempo. No entanto, com a liberação de Santa Catarina, em 16 de novembro, as indústrias já não têm tanta pressa. O estado responde por mais de um terço das remessas de frangos e suínos do Brasil. "A urgência já passou, não estamos em um período de grande comercialização", diz Pedro Camargo Neto, diretor-presidente da Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Suínos (Abipecs).

"Mas ainda temos alguns compromissos para cumprir, de entregas de final de ano", ressalta Cláudio Martins, diretor-executivo da Associação Brasileira dos Exportadores de Frango (Abef). Segundo ele, existem cerca de 8 mil toneladas de carne de frango que precisam ser embarcadas em até uma semana, a tempo de chegar para as festas de final de ano.

A simples liberação de Santa Catarina trouxe reflexos para o mercado interno. Segundo o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), José Adão Braum, houve reação dos preços. Levantamento da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) mostra que o preço do animal vivo para o integrado passou de R$ 2,30 para R$ 2,35 o quilo.

O secretário de Defesa Sanitária do ministério, Maçao Tadano, diz que não existe prazo para o relatório ser encaminhado, mas ele tem certeza da liberação do País. Durante duas semanas, os russos conheceram laboratórios de análise e de produção de vacina, propriedades rurais e também o local onde ocorreu o foco. Para o consultor Paulo Molinari, da Safras & Mercado, a Rússia deverá manter fechado o Circuito Norte.

"Eles puderam constatar que não há problema técnico", afirma Antenor Nogueira, presidente da Comissão Nacional de Pecuária de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). "Todos os argumentos foram rebatidos", disse Antônio Camardelli, diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carne (Abiec). Os representantes do setor são unânimes em afirmar que, apesar do embargo, não teria havido prejuízo, pois durante um mês os embarques foram liberados para contratos anteriores ao foco de aftosa e, no período da sanção, parte da produção foi desviada para outros mercados e o restante, para estocar o mercado interno.


Autor:
Gazeta Mercantil

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