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23/02/2007 14:03

Impasse na nomeação para polícia prejudica concursados

Após serem aprovados num complexo concurso com cinco fases, que duraram mais de dois anos (a inscrição foi em 2004), os 133 aprovados para agente de polícia científica da Polícia Civil convivem com a incerteza quanto à nomeação para o cargo. “Em 19 de dezembro do ano passado, quando aconteceu a nossa formatura, o Raufi Marques [secretário de Justiça e Segurança Pública do governo passado] disse que a nomeação aconteceria em janeiro. Mas o atual governo disse desconhecer nossa situação”, relata Douglas Friedrich, de 29 anos.

De acordo com ele, o Estado alega não ter dinheiro para absorver os novos servidores. Para cursar os três meses de academia, Douglas, que era concursado no Ministério Público do Paraná, pediu exoneração. “Deixei o emprego porque acreditava que seria nomeado após a academia”, enfatiza o jovem que atualmente vive de trabalhos esporádicos. Desapontado, ele conta que outras pessoas também deixaram os empregos confiantes na nomeação.

Valdir Rollof Júnior, de 28 anos, aguarda a efetivação como agente para poder se casar. “Estava em um emprego temporário e abri mão de ser contratado com carteira assinada para cursar a academia”, salienta. Contudo, a preferência por ser um agente de polícia técnica trouxe problemas financeiros. “Faço bicos, ganhando muito pouco”. Segundo ele, houve um contato preliminar, por meio de assessores, com o governo.

A expectativa é receber um resultado positivo quanto ao pedido de reunião com o secretário de Justiça e Segurança Pública, Wantuir Jacini. Valdir observa que o edital previa data apenas para a prova escrita: 13 de junho de 2004, as demais etapas - avaliação psicológica, exame de saúde e antropométrico, exame de aptidão física e curso de formação – se prolongaram até 10 de dezembro do ano passado.

Além da legitimidade do concurso, ele aponta a necessidade de incorporar os agentes. “O setor de perícia está sobrecarregado, com 22 profissionais para atender todo o Estado”. Os alunos participaram de aulas sobre criminalística, noções de direito penal, levantamento de local de crime, fotografia pericial, qualidade em serviço, radiologia, papiloscopia, necropsia, técnicas de coleta de vestígio e investigação policial.

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