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04/06/2008 17:10

IBGE aponta dados falhos em desenvolvimento humano de MS

Sandra Luz, Campo Grande News

Mato Grosso do Sul está em posição desfavorável em diversos fatores que apontam o desenvolvimento humano na observação dos Indicadores do Desenvolvimento Sustentável 2008, divulgados nesta quarta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Conforme a pesquisa, com base em dados de 2004, o Estado apresenta 97,8% de fossa rudimentar (a primeira no País); tem 87,4% do lixo com destinação final inadequada e está em terceiro lugar entre as terras produtivas não utilizadas.

A pesquisa considera os princípios da Agenda 21 (aprovada por 180 países em 1992) para elaborar os dados.

Mato Grosso do Sul destina apenas 222,4 mil toneladas/dia de lixo para reciclagem, estações de triagem, usinas de compostagem e incineração. A produção diária de lixo, porém, é de 1,7 milhões de toneladas.

As fossas rudimentares ainda colocam o Estado em primeiro lugar na falta de esgotamento sanitário do País. Das fossas, 97,8% são rudimentares.

Pela vocação econômica, focada na agropecuparia, o Estado está entre os que mais utilizam fertilizantes na lavoura e figura entre os principais consumidores de agrotóxicos. São 352,5 mil toneladas de fertilizantes usadas ao ano, a oitava posição no Brasil.

O primeiro colocado é São Paulo, que utiliza 1,5 milhão de toneladas/ano em média. Já os agrotóxicos colocam Mato Grosso do Sul em sétimo lugar entre os que mais utilizam o produto, com 10,7 mil toneladas/ano. A quantidade é 5 vezes menor que São Paulo, que aplica 54,9 mil toneladas/ano.

Em um Estado onde a população chega a quase 2 milhões de habitantes, o percentual de terras produtivas não utilizadas é de 1,31%, a terceira maior do País. Em primeiro lugar fica o Piauí, que não utiliza 21,09% das terras produtivas

População – Hoje, Mato Grosso do Sul detém a terceira menor taxa de fecundidade total do País (1,79 filhos por mulher) e a primeira da área rural (2 filhos por mulher). O Estado fica com a sétima melhor posição na esperança de vida ao nascer, com 73,5 anos.

Para atender a população são 7,7 mil postos de trabalho médico para cada grupo de mil habitantes. É a quarta melhor taxa entre os estados. A primeira é do Distrito Federal, que tem 4,9 médicos por grupo de mil habitantes.

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