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27/11/2008 16:29

Hoje é o Dia Nacional de Combate ao Câncer

Inca

Em comemoração ao Dia Nacional de Combate ao Câncer, 27 de novembro, o Instituto Nacional de Câncer (INCA), em parceira com a Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (SOBOPE), lança a publicação “Câncer na Criança e no Adolescente no Brasil. Dados dos Registros de Base Populacional e de Mortalidade”. A publicação inédita mostra a situação do câncer infanto-juvenil no Brasil, com informações sobre incidência e mortalidade, além de outros dados gerais sobre o assunto, incluindo estudos desenvolvidos no Brasil e no mundo.



A análise do perfil da incidência foi realizada a partir das informações de 20 Registros de Câncer de Base Populacional (RCPB) do país, 17 deles localizados em capitais. Para a mortalidade, foram utilizadas informações do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM). Dessa forma, é possível contextualizar as principais características do câncer na criança e no adolescente, bem como conhecer os tumores mais incidentes e também os de maior mortalidade na população infanto-juvenil.



A publicação faz parte das ações projetadas pelo Fórum Permanente de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente com Câncer, coordenado pelo INCA. O Fórum, que reúne várias instituições do Brasil que atuam nessa área, tem como eixos fundamentais o diagnóstico precoce, a melhoria da qualidade da assistência e a integração das parcerias para o controle da doença.



A boa notícia é que, segundo a publicação, a perspectiva da criança com câncer mudou de eixo - passando de 85% de mortalidade para 85% de chances de cura. Portanto, de acordo com a publicação, o tratamento da criança com câncer é um dos maiores exemplos de sucesso dos últimos 30 anos. A mudança de perfil, observada pela análise da incidência e mortalidade, sugere uma relação direta com os avanços terapêuticos e com os métodos de diagnóstico precoce, principalmente os registrados durante a década de 70.



As informações da publicação apontam para uma queda da mortalidade pela doença, em todo o mundo, nos últimos 30 anos, principalmente em relação às leucemias, que se apresentam como os cânceres mais incidentes na faixa etária dos 0 aos 18 anos.



É possível observar pelos estudos internacionais, disponíveis na publicação, que as taxas de incidência apresentaram discreto aumento nas últimas décadas. Nos Estados Unidos, de 1975 a 1999, a variação percentual anual foi de 0,4 a 1%. Porém, para o período mais recente, 1987 a 1999, a taxa tem permanecido estável, variando de –0,2% a 1,1%.



A publicação mostra que a política de combate ao câncer infanto-juvenil no país está no caminho certo. Segundo o trabalho, o perfil da incidência do câncer em crianças e adolescentes no Brasil é semelhante ao observado nos países em desenvolvimento. O câncer destaca-se ainda como a mais importante causa de óbito dentro da faixa etária de 1 a 18 anos. Este cenário pode ser atribuído às atuais políticas de prevenção de outras doenças infantis.



Assim, no Brasil, excluindo-se as causas externas, o câncer é a principal causa de morte, por doença, na faixa etária de 5 a 18 anos. Em menores de 5 anos, o câncer é uma das dez principais causas de morte.



SUL


Incidência


Nos RCBP brasileiros, localizados na região sul, a taxa média de incidência por câncer infanto-juvenil, ajustada por idade, variou entre 203 e 222 por milhão de crianças e adolescentes – no sexo masculino; essa variação foi entre 164 e 175 por milhão de crianças e adolescentes no sexo feminino.



Mortalidade


Para as regiões Sul e Sudeste, entre 2001 e 2005, na faixa etária de 1 a 18 anos, o câncer infanto-juvenil aparece como a segunda causa mais freqüente tanto para o sexo masculino quanto para o sexo feminino.

Observam-se pequenas variações na mortalidade nesta faixa etária entre as regiões. Para o sexo masculino ocorreu um decréscimo médio ao ano de 1,4% na região Sul e 1,2% no Sudeste. No sexo feminino a redução média ao ano foi de 0,8% na região Sul e de 1% na região Sudeste.

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