Cassilândia, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

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14/02/2016 10:35

Guloseimas antes baratas, ficaram 62% mais caras e agora pesam no bolso

Mariana Rodrigues, Campo Grande News
Rodrigo Amaral, notou a alta nos preços e diminuiu a quantidade desses produtos na hora da compra. (Foto: Alan Nantes)Rodrigo Amaral, notou a alta nos preços e diminuiu a quantidade desses produtos na hora da compra. (Foto: Alan Nantes)

Produtos como biscoitos, salgadinhos, iogurtes e chocolates, que antes eram considerados baratos, estão até 62% mais caros que no ano passado. Isso é o que mostra a pesquisa da Anhanguera Uniderp, que comparou os preços de vários alimentos considerados supérfluos, mas que sempre estão na lista de compras dos consumidores.

 

Esses produtos, geralmente são uma alternativa às refeições por sua praticidade e ganharam espaço ainda maior durante os lanches da tarde feitos em casa ou no trabalho. Entre os itens pesquisados, os salgadinhos foram o que apresentaram maior alta dependendo da marca.

Um salgadinho que no ano passado era vendido por R$ 2,84 agora é comercializado por até R$ 4,61 (62,32%). Outro item muito consumido é o biscoito, em 2015 o consumidor teria que desembolsar a quantia de R$ 2,66 em um pacote de 140 gramas de um biscoito de prestígio, este ano ele teve um aumento de 15,56%, custando R$ 3,07.

O iogurte com quatro unidades de 400 gramas e vários sabores, também está mais caro. Se no ano passado ele era vendido por R$ 5,07, este ano é comercializado por R$ 6,52, ou seja, uma variação de 28,73%. O chocolate em barra ao leite ficou 42,96% mais caro, de acordo com a pesquisa, passando de R$ 4,19 para R$ 5,99.


Nos supermercados da Capital os consumidores já notaram essa diferença de preço e tentam dar um jeitinho para não deixar faltar esses produtos, principalmente nesse período de férias.

A corretora de imóveis Suelly Cristina da Silva, 52 anos, recorre a boa e velha pesquisa de preço nos supermercados. "Esses produtos estão mais caros, eu procuro locais com preços mais acessíveis para poder comprar", conta ela que não deixa faltar essas guloseimas em casa já que tem um neto que sempre a visita.

O policial militar Rodrigo Amaral, 28 anos, não tem crianças em casa, mas não abre mão de um lanchinho durante a tarde. Ele também notou a variação de preço. "Como está caro, eu compro agora quando o dinheiro está sobrando. Costumo pesquisar preço e diminuir a quantidade desses produtos nas compras", explica.


Já para o aposentado João Carlos, 69 anos, a alta nos preços é geral, não só nos alimentos supérfluos, mas também nos essenciais. Para ele uma forma de economizar e garantir bons preços é comprar nos atacados. "Quando faço uma compra maior eu costumo ir aos atacados, já quando é uma compra pequena eu escolho um supermercado que está com preço mais em conta", afirma.

Mais baratos - De acordo com a pesquisa, há produtos que ficaram mais baratos de um ano para o outro. Um salgadinho tipo batata frita teve uma redução de 30,10%, passando de R$ 2,99 para R$ 2,09. O iogurte polpa com seis unidades que antes custava R$ 4,19, agora é vendido por R$ 2,99 (-28,64%).

O leite fermentado com seis unidades passou de R$ 7,40 no ano passado, para R$ 7,14 neste ano (-3,45%). Já a bolacha recheada tipo Wafer de 165 gramas passou de R$ 2,51 para R$ 2,32 (-7,62%).

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