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13/01/2006 20:03

Guarani-Kaiowá estão recebendo atendimento, diz Funasa

Alessandra Bastos/ABr

A Fundação Nacional da Saúde (Funasa) está fornecendo cestas básicas e água e deslocou uma equipe médica para o acampamento dos índios guarani-kaiowá, no Mato Grosso do Sul. Há um mês, após o Supremo Tribunal Federal conceder liminar que resultou no despejo dos indígenas, homens, mulheres e crianças estão desabrigados, vivendo na beira da estrada que liga a cidade de Antonio João a Bela Vista.

Dois índios já morreram na região após o despejo. O líder Dorvalino da Rocha foi assassinado na véspera de Natal e uma criança indígena morreu de desnutrição. Segundo a Funasa, outras quinze crianças estão doentes. A equipe médica enviada ao local é composta por um médico, um enfermeiro, um auxiliar de enfermagem e um dentista.

O abastecimento de água está sendo feito por meio de sete caixas d’água de 50 litros cada e as cestas básicas e o leite distribuídos em ação conjunta com o ministério do Desenvolvimento Social (MDS). "A gente busca minimizar efeitos danosos a essas comunidades", diz o diretor executivo da Funasa, Danilo Forte.

Ele ressalta que "mesmo com todos os problemas que a comunidade indígena passa, os índices de queda da mortalidade infantil são muito alentadores". Segundo Forte, em 2002, para cada mil índios nascidos vivos, 80 morriam. Este número foi reduzido para 20 em 2004 e para 17 no ano passado.

O diretor executivo garante que o trabalho da Funasa vai continuar até que a situação seja resolvida. "Eu sou otimista, acho que os agentes públicos e a justiça vão compreender o lado humano dessa questão, de apelo inclusive internacional", afirma. "Nós estaremos dispostos a acompanhar e contribuir no que a gente puder para minimizar esse problema".

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