Cassilândia, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

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07/06/2005 08:49

Greve da Funasa atinge nove municípios do Estado

Thaísa Bueno / Campo Grande News

Funcionários da Funasa (Fundação Nacional do Índio) de nove municípios de Mato Grosso do Sul já cruzaram os braços e aderiram a mobilização dos servidores federais contrários a proposta de reajuste do Governo Federal que concedeu aumento de R$ 0,01% à classe. Conforme o representante da fundação no comando de greve, Jorge Guimarães, o serviço foi paralisado em Rio Verde, Coxim, Aquidauana, Miranda, Bodoquena, Dourados, Sidrolândia, Amambaí e Ivinhema. “Ainda esta semana acreditamos que 80% do Estado vai aderir ao movimento”, diz. Segundo ele, devem parar, inclusive, os pólos de atendimento à saúde indígena. “Estamos articulando a paralisação nestes pontos”, argumenta.
Conforme Guimarães, só no atendimento à saúde nas aldeias são 800 funcionários concursados. Se a paralisação atingir mesmo este pólo, ainda que boa parte dos serviços continuem trabalhando por serem terceirizados, ele acredita que o atendimento seja comprometido em pelo menos 50%. “Com os servidores parando compromete-se toda a cadeia. Os contratados não dão conta do serviço sozinhos, têm coisas em que um depende do outro”, disse.
Ontem a assessoria de imprensa da Funasa (Fundação Nacional de Saúde) contestou a informação de que o atendimento estaria sendo comprometido, já que a greve teria atingido apenas os serviços internos.
Hoje os funcionários da Funasa decidem se aderem ou não à paralisação que já mobilizou boa parte do serviço público federal. Representantes dos trabalhadores de 11 pólos regionais da Funasa vão se reunir a partir das 16 horas, na sede da DRT (Delegacia Regional do Trabalho), em Campo Grande. Amanhã nova reunião, às 14 horas, na sede da CUT (Central Única dos Trabalhadores). “Queremos sensibilizar a maioria da classe”, garante. Entre os funcionários que devem decidir se aderem ao movimento estão os servidores de Campo Grande. “Hoje na Capital apenas os servidores da Funasa que atuam no transporte e no CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) pararam. Queremos que todos apóiem o movimento”, argumenta.
Em todo o Estado são 1,4 mil funcionários da Fundação. Em Mato Grosso do Sul, já cruzaram os braços os funcionários do INSS, do Incra, da DFA (Delegacia Federal de Agricultura), Embrapa e técnicos-administrativos da UFMS.

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