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22/12/2004 08:44

Governo não vai socorrer a Cassems, garante Franco

Waldemar Gonçalves Jr. / Campo Grande News

O governo não vai socorrer a Cassems (Caixa de Assistência dos Servidores de Mato Grosso do Sul), disse há pouco o secretário estadual de Gestão Pública, Ronaldo Franco.
Assunto já discutido inclusive com o governador Zeca do PT, Franco diz que o aumento da participação do governo do Estado nos repasses à Cassems, como querem setores do funcionalismo público, está descartado. Atualmente, o Executivo paga 3% sobre a folha de pagamento dos servidores à Cassems, mensalmente, o que significa R$ 1,5 milhão.
Franco lembra que a Cassems é dirigida por representantes dos servidores e, quando foi criada, o governo estadual assumiu R$ 28 milhões em dívidas do então Previsul (o estatal plano de saúde do funcionalismo), entregando até o prédio para que o novo formato, sob gerência dos funcionários.
Se a pauta for discutir o aumento da participação financeira do governo do Estado à Cassems, é chamar dois milhões de pessoas para pagar mais pelo plano de saúde dos servidores, analisa Franco.
Desta forma, verbas públicas deixariam de ser aplicadas em outros setores. “O governo não vê razão nenhuma para aumentar o valor do repasse”, pontuou o secretário, dizendo que a criação da Cassems foi feita com garantias de receita.
Franco diz ainda que o governo está em uma fase de contenção de gastos e a economia do poder público não passa por aumento de impostos, por exemplo, que penalizaria a população.
O momento na Cassems é para uma “profunda reflexão” em relação ao modelo de gestão adotado, analisa o secretário. Franco não põe em xeque a credibilidade da diretoria do plano de saúde, mas aponta, por exemplo, que a crise na saúde abrange sistemas parecidos no âmbito particular e, por isso, deve ser estudada uma revisão do formato.
Se o governo socorre a Cassems agora, em outra ocasião os médicos fazem o mesmo tipo de pressão feita atualmente, ou seja, interrompem o atendimento, como ocorreu em algumas categorias, e novamente o sistema dependeria do socorro estatal. Esta bola de neve o governo vai evitar até a última instância, conclui Franco.

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