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13/07/2006 14:20

Governo define preço minímo do café

Famasul News

O governo federal definiu preço mínimo para o café da safra 2005/06. O preço mínimo do café arábica foi fixado em R$ 157 a saca de 60 quilos, e o valor mínimo da saca do robusta foi estipulado em R$ 89. A iniciativa deve melhorar a rentabilidade dos produtores de café. Esta é a terceira vez em que o governo estabelece preço mínimo para o produto, segundo o diretor do Departamento de Café do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Vilmondes Olegário da Silva.

Os preços internacionais do produto - que servem de referência para o mercado interno - estão "em níveis normais", de acordo com Olegário da Silva, mas os agricultores reclamam da depreciação do dólar ante o real, alegando que a rentabilidade da receita é prejudicada pelo câmbio. "A expectativa é que esta ação, alinhada à liberação das linhas de crédito, dê mais sustentação à comercialização do café", diz.

Os preços mínimos serão assegurados aos produtores ou cooperativas, livres da incidência do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e da contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Olegário da Silva informou que o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) libera nesta quarta-feira R$ 200 milhões para o Banco do Brasil (BB) financiar a atividade do café - 50% para a colheita e 50% para a estocagem. Segundo o secretário de Produção e Agroenergia do ministério, Linneu Costa Lima, esta é a primeira parcela de um total R$ 550 milhões que o BB deve liberar este ano, com recursos do Funcafé, a juros de 9,5% ao ano, a produtores, indústrias e cooperativas.

Para este ano, o Funcafé conta com orçamento de R$ 1,4 bilhão, sendo R$ 600 milhões destinados à colheita e R$ 800 milhões à estocagem. Até agora o Funcafé já liberou R$ 403 milhões para os bancos privados, fora os R$ 200 milhões que serão anunciados hoje. Os produtores de café podem financiar a estocagem por meio dos empréstimos do governo federal (EGF) ou pela linha especial de crédito (LEC), com juros de 8,75% ao ano, com recursos das exigibilidades bancárias.

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