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13/05/2008 10:14

Goiás deve ficar livre de vacinação; MS também

Agrolink

A vacinação do rebanho bovino contra a febre aftosa poderá ocorrer apenas uma vez ao ano, a partir de 2009, e não mais em duas etapas (maio e novembro) como ocorre até agora. E a partir de 2010, Goiás, bem como outros Estados, poderá ser considerado zona livre de vacinação. A perspectiva é do presidente do Fórum Nacional de Pecuária de Corte da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), Antenor Nogueira.

Segundo ele, o pedido nesse sentido já foi encaminhado ao Ministério da Agricultura, que levará a proposta à Organização Internacional de Epizotias (OIE), ainda este mês, em Paris. No País, só o Estado de Santa Catarina é considerado zona livre de vacinação contra aftosa, desde 2002.

Antenor Nogueira lembra que vários Estados estão livres da aftosa desde 1995. “Isso credencia Goiás, bem como outras unidades das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, a reduzirem a vacinação do rebanho para apenas uma vez ao ano, em 2009, e ficar livre da vacinação em 2010”, afirma o dirigente.

Além de Goiás, poderão entrar no rol dos Estados beneficiados o Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Rio de Janeiro, Sergipe e Tocantins, além do Distrito Federal, que integram os circuitos Sul, Leste e Centro-Oeste.

Antenor Nogueira destaca a luta do governo, das entidades de classe e dos próprios pecuaristas para manter o rebanho bovino goiano livre de doenças, principalmente da aftosa. Ele afirma que os pecuaristas têm se esforçado para seguir à risca as campanhas de vacinação, garantindo, assim, produtos de qualidade para atender os mercados interno e externo.

A partir de agora, os Estados também serão responsáveis pelas auditorias das propriedades que pretendem exportar carne bovina in natura para a União Européia (UE). Goiás começou a treinar seus técnicos. Até ontem, oito médicos-veterinários tinham passado pelo treinamento ministrado por técnicos do Ministério da Agricultura e da própria UE.

O presidente da Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), Maurício Faria, afirma que a pretensão é treinar pelo menos 40 pessoas este ano. “Assim teremos mais pessoas habilitadas a auditar as propriedades rurais que produzirão carne para atender o mercado europeu.”

Agora, além dos fiscais federais agropecuários, médicos veterinários da Agrodefesa poderão avaliar o sistema de certificação e os procedimentos das certificadoras.

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