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13/11/2003 09:44

Gasquímico: Zeca se reúne com diretor da Petrobras

APn

O governador Zeca do PT discute hoje no Rio de Janeiro,com o diretor Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró, e com outros dirigentes da estatal, a implantação do pólo gasquímico binacional Brasil-Bolívia, em Corumbá e Puerto Suárez.

A reunião começa às 16h30 (horário de Brasília). Zeca estará acompanhado do secretário de Estado de Coordenação Geral do Governo, Paulo Duarte, secretário de Estado de Infra-Estrutura e Habitação, Maurício Arruda, senador Delcídio Gómez do Amaral (PT), deputado federal Vander Loubet (PT) e o empresário José Carlos Bumlai (membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico).

“Essa reunião é um desdobramento do encontro que tivemos com a ministra das Minas e Energia, Dilma Rousseff, quando apresentamos a ela o diretor-geral do grupo estatal espanhol Expansión, Alejando Varon, que demonstrou interesse em investir inicialmente US$ 400 milhões para viabilizar o empreendimento, que já atraiu o interesse de outros investidores como a Odebrescht e a Brasquem”, comentou o governador.

Segundo Zeca, a partir da reunião desta quinta-feira será analisado o estudo elaborado por técnicos da estatal, que demonstra viabilidade econômica do pólo gasquímico. Em seguida, será elaborado calendário de ações para implantação do empreendimento. “O objetivo é acelerar ao máximo a implantação do pólo”, disse Zeca.

O governo federal já deu sinal verde para a implantação do pólo gasquímico binacional entre Corumbá, em Mato Grosso do Sul e Puerto Suárez, na Bolívia. O apoio foi assegurado na reunião em Brasília (DF), entre o governador Zeca do PT, a ministra das Minas e Energia, Dilma Roussef, o deputado federal Vander Loubet (PT), o senador Delcídio do Amaral (PT), o subsecretário de Representação do Governo de Mato Grosso no Distrito Federal, Raufi Marques, e o diretor-geral do grupo espanhol Expansión Exterior, Alejandro Varon, que está interessado em investir inicialmente US$ 400 milhões para viabilizar o empreendimento.

Durante a reunião, a ministra ficou entusiasmada com o projeto do pólo gasquímico binacional apresentado pelo governador e pelo diretor-geral do Expansión, e disse que o empreendimento é importante e estratégico para o governo federal porque cria novas alternativas de utilização do gás natural que vem da Bolívia. “Esse é um projeto que faz todo o sentido quando se analisa toda a conjuntura, e o que interessa para o governo federal é que ele saia do papel e se concretize”, afirmou ela, de maneira contundente.

Segundo o governador Zeca do PT, o projeto do pólo gasquímico é estratégico não apenas para o desenvolvimento de Corumbá, do Estado e até mesmo do País, porque contempla vários aspectos. Primeiro, como é um projeto binacional, que será desenvolvido junto com o governo boliviano, se alinha a idéia de integração da América do Sul que é defendida pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Em segundo lugar, corrobora com todo o trabalho que vinha sendo desenvolvido pelo governo federal através do Ministério das Minas e Energia, até a crise na Bolívia, para que ocorra a redução do preço do gás já que o produto será matéria-prima para o pólo, e, terceiro, funciona como uma válvula de escape do governo boliviano para aliviar o clima de tensão em seu país, já que o empreendimento prevê, em um prazo de três a quatro anos, o investimento de US$ 1 bilhão, com a geração de milhares de empregos.

“Esse é um projeto que vai modificar definitivamente a base econômica de Mato Grosso do Sul e toda a região de Puerto Suárez na Bolívia”, analisou o governador, dizendo que seu sonho é que até o fim de seu mandato, pelo menos a primeira etapa do pólo esteja implantada sendo produzidos na região, entre outros produtos, o gás de cozinha (Gás Liquefeito de Petróleo – GLP), fertilizantes e plásticos.

O interesse pelo pólo que pode viabilizar a produção do gás de cozinha (GLP), do polietileno, material básico para a produção de plástico, e da amônia para a fabricação de fertilizantes, é tão grande que duas outras grandes empresas brasileiras, a Odebrecht e a Brasquem, também já sinalizaram interesse em investir no empreendimento.

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