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18/02/2016 09:00

Gases na gravidez

BabyCenter Brasil

 

Por que tenho tantos gases agora que estou grávida?

Todas as pessoas (grávidas ou não) têm gases. A verdade é que produzimos, em média, entre 0,5 e 1,7 litro de gases por dia. Esses gases têm de sair por algum lugar, então são eliminados (por todo mundo) na forma de puns e arrotos.

Durante a gravidez, essa quantidade pode aumentar, então não se assuste se começar a ter de arrotar quando menos espera ou se precisar desabotoar a calça para aliviar aquela terrível sensação de estar estufada.

Isso acontece porque as doses de progesterona produzidas no início da gestação relaxam tecidos do corpo todo, incluindo os do trato gastrointestinal. Este relaxamento muscular desacelera o processo digestivo, o que pode ocasionar mais gases e incômodo no estômago, principalmente depois de refeições mais pesadas.

Nos estágios finais da gravidez, o útero maior domina a cavidade abdominal, retardando ainda mais a digestão e pressionando o estômago, daí a piora no desconforto depois das refeições. Azia e prisão de ventre também são comuns durante a gravidez, mesmo para quem nunca teve isso antes.

De onde vêm os gases?

Os gases ficam presos no tubo digestivo de duas formas: quando se engole ar e quando bactérias do cólon (intestino grosso) quebram os alimentos não digeridos. A maior parte dos gases no estômago resulta do ar engolido e geralmente é liberada através de arrotos, embora uma pequena quantidade possa continuar a descer e deixar o corpo em forma de flatulência.

Os principais "culpados" pelos gases são certos tipos de carboidratos. As proteínas e as gorduras não são fontes significativas, embora as gorduras desacelerem a digestão e contribuam para a sensação de estufamento e barriga inchada.

Mudanças na dieta melhoram os gases?

O melhor jeito de reduzir os gases e a sensação de estar estufada é eliminando ou diminuindo os alimentos que parecem causar o problema. A dificuldade é que, se cortarmos todos eles ao mesmo tempo, será muito complicado manter uma dieta equilibrada.

Comece, então, deixando de lado os vilões mais comuns, como as leguminosas (feijão, ervilha, lentilha), brócolis, couve-flor, e, se houver sinal de melhora, aos poucos vá colocando um por um de volta à sua alimentação para tentar identificar precisamente qual deles deve ser evitado por completo.

Algumas mulheres fazem uma espécie de diário para ajudar a lembrar que comidas causam mais gases.

Pessoas intolerantes à lactose também costumam ter gases ao consumir laticínios. Normalmente, as mulheres que sofrem desse problema já sabem disso antes de engravidar, principalmente nos casos mais severos, em que o consumo de produtos à base de leite pode até provocar diarréia e dores abdominais.

Como hoje em dia grande parte dos supermercados do país já conta com leites e derivados feitos de soja, procure esses produtos para ver se se adapta.

Por último, tente evitar alimentos muito gordurosos e frituras. Embora não causem gases especificamente, eles diminuem o ritmo da digestão e muitas vezes provocam mal-estar.

O que mais posso fazer para ter menos gases?

Não faça refeições grandes; em vez disso, procure se alimentar aos poucos, ao longo do dia.
Não fale enquanto estiver comendo. Coma devagar e mastigue bem.
Limite a ingestão de líquidos durante as refeições.
Beba em copos, não direto da garrafa ou com canudinhos.
Evite bebidas gasosas.
Use roupas folgadas e confortáveis; evite qualquer aperto na região da cintura e da barriga.
Não chupe chicletes ou balas duras.
Evite produtos adoçados artificialmente à base de sorbitol.
Exercite-se -- até caminhadas ajudam.
Não fume.
Pense na possibilidade de frequentar um curso de ioga para aprender técnicas de respiração e relaxamento.

Posso tomar remédio para os gases?

A dimeticona é inofensiva para mulheres grávidas, e costuma ser receitada pelos obstetras para aliviar eventuais dores, mas fale com seu médico antes de tomar qualquer medicamento.
Gases podem ser sinal de outros problemas?

Converse com seu médico se o desconforto parecer mais com dores abdominais ou cólicas, especialmente se for de um lado só, se houver diarréia, prisão de ventre ou forte aumento das náuseas e dos vômitos.

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