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13/01/2018 13:32

Funcionária tira foto de cadáver, espalha em grupos do Whats e é denunciada

Midiamax

Técnica necropsista do SVO (Serviço de Verificação de Óbitos) de Campo Grande procurou a polícia, na manhã deste sábado (13), depois de flagrar pela terceira vez funcionária terceirizada fazendo fotografias de cadáveres. As imagens eram compartilhadas em grupo de WhatsApp.

De acordo com a técnica Sandra Araújo, que fez a denúncia, o primeiro flagrante aconteceu em junho de 2016. A funcionária que trabalha em uma empresa terceirizada de limpeza que presta serviços à Prefeitura recebeu advertência depois de compartilhar imagens de uma pessoa morta em um grupo de WhasApp feito por trabalhadores do local.

Mesmo sendo advertida na ocasião, a mulher não parou com as fotografias e novamente, em dezembro de 2017, foi vista tentando fotografar cadáveres que passariam por exame necroscópicos. Nova advertência foi feita pela necropsista que comunicou o caso ao gerente administrativo do SVO.

Nesta segunda-feira (8), após nova tentativa de fotos, a técnica afirma que flagrou a autora vasculhando seu celular pessoal na tentativa de apagar provas contra ela. Já que que a necropsista armazenava no celular prints que comprovavam o envio das fotos no grupo de WhasApp. “Eu estava em um procedimento demorado e ela contava com isso, por isso tentou invadir meu celular para apagar as provas contra ela, mas minha luva rasgou e saí da sala. Neste momento peguei ela mexendo no meu aparelho”, explica.

Sandra, que classificou a postura da autora como “comportamento inadequado grave” afirma que considerou a invasão “a gota d´água”. Ela comunicou os superiores e decidiu comunicar o caso à polícia.

Em todos os flagrantes, a necopsista afirma a mulher não tentou se defender e “se fez de desentendida”.

Provas foram entregues à polícia e ocaso foi registrado na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento) como vilipêndio de cadáver.

O SVO fica no complexo Imol (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) e é responsável por exames necroscópicos em vítimas de morte natural e do controle epidemiológico da Capital.

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