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10/02/2010 06:56

Foragido participou de plano para matar juiz e promotor

Denis Matos, Campo Grande News

O detento que escapou hoje do Hospital Regional, Aelinton Amaro Pinto, o “Playboy”, havia sido preso em Pedro Juan Caballero (Paraguai), em 26 de agosto de 2005, e condenado a sete anos de detenção em setembro daquele ano por participar de formação de quadrilha. O bandido era foragido da penitenciária de Franco da Rocha, em São Paulo, onde cumpria pena de 11 anos por roubo e extorsão.

Interceptações telefônicas feitas na época com autorização da Justiça revelaram que ele participava de um plano para executar um o magistrado Celso Antonio Schuch Santos e o diretor do presídio Harry Amorim Costa, Joel Rodrigues Ferreira, em represália à transferência de alguns presos do PCC para Campo Grande, além do promotor de justiça, Renzo Siufi.

Ele também foi um dos líderes em Campo Grande da rebelião que aconteceu simultaneamente em vários presídios do país, no Dia das Mães, em maio de 2006.

Os episódios deixaram quase 200 mortos em todo o Brasil, entre funcionários do Estado, como agentes penitenciários e policiais, e supostos participantes nos ataques.

Após a rebelião, ele foi transferido com outros presos também apontados como líderes da rebelião para o presídio em Naviraí (370 km de Campo Grande). Até que em agosto daquele ano, por decisão de um juiz, ele retornou ao Presídio de Segurança Máxima da Capital.

Em dezembro de 2008, "Playboy" ganhou progressão de pena, passando a cumprir pena no regime semi-aberto, até ser transferido para o estabelecimento penal de Dois Irmãos do Buriti (105 km de Campo Grande).

Em 12 de fevereiro de 2009, ele foi internado no Hospital Universitário de Campo Grande para tratamento de tuberculose e após uma semana internado, sem nenhuma escolta policial, teria sido resgatado por comparsas.

"Playboy" foi novamente preso em novembro de 2009. No dia 27 de janeiro, a audiência de justificação dele foi feita por via teleconferência, porque a Justiça considerou que o transporte dele representava um perigo de fuga. Na audiência, o magistrado negou progressão de pena. Consta nos autos, também, que em 14 de janeiro deste ano, o detento solicitou saída para tratamento médico, que foi atendido.

Do mesmo ponto em que a justiça considerou o risco de fuga conforme decisão do magistrado em 27 de janeiro de 2010, em audiência de justificação da progressão pena, não considerou arriscado o liberar para fazer exames no Hospital Regional.

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