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13/01/2016 09:36

Foco de ferrugem asiática deixa classe produtiva em alerta.

Chapadense News
Foco de ferrugem asiática deixa classe produtiva em alerta.

 

A confirmação de foco de “Ferrugem Asiática” em Chapadão do Sul era a notícia que a classe produtiva não gostaria de ter conhecimento. A solução agora será a atenção redobrada e a continuidade dos monitoramentos e aplicações de defensivos nas áreas programadas e nos talhões em que a soja estiver na fase de R1. O alerta foi feito na manhã de hoje por Edson Borges, engenheiro agrônomo, mestre, pesquisador e diretor executivo da Fundação Chapadão.

Segundo Borges há necessidade da manutenção das aplicações, principalmente nas áreas de fase vegetativa. Também é preciso intensificar o monitoramento para tomada de decisão quanto a necessidade de aplicação e qual produto a ser utilizado. Outra prática que deve ser adotada pelo produtor é o manejo anti-resistência que compreende as ações que foram definidas pelo Consórcio Antiferrugem, as quais são:

Usar sempre misturas comerciais formadas por dois ou mais fungicidas com modo de ação distintos; Não utilizar mais que duas aplicações do mesmo produto em sequência e utilizar no máximo duas aplicações dos produtos contendo SDHI por cultivo; Fazer uso de produtos protetores em associação; Evitar aplicações em alta pressão de doença e de forma curativa. Incluindo todos os métodos de controle de doenças, dentro do programa de manejo integrado, destacou Borges.

DESCOBERTA - Dia 8 de janeiro, a pesquisadora da Fundação Chapadão, Alexandra Botelho, confirmou o primeiro foco de ferrugem asiática na cultura da soja, na safra 2015/16, em Chapadão do Sul. Segundo a responsável pelo laboratório de diagnose da Fundação Chapadão, a folha com ferrugem foi enviada pelo consultor Isandro Salbego da revenda Agromano. Segundo o consultor a cultivar é NA 7237, estando no estágio R 5.4 (fase final de enchimento de grãos). Na área do foco o produtor já havia efetivado duas aplicações com fungicida específico para o controle da ferrugem.

O diretor e pesquisador da Fundação Edson Borges, vinha alertando aos produtores quanto a esta possível ocorrência, pois vários focos já haviam sendo registrado em Rio Verde, GO, Carpo Verde e Primavera do Leste, MT e Chapadão do Sul, MS, além das condições de clima (umidade e temperatura) estavam propicia ao desenvolvimento da doença, e o vento soprando da região dos focos para nossa região.

Edson Borges é Engo Agro Me. Pesquisador e Diretor Executivo da Fundação Chapadão.

www.fundacaochapadao.com.br – edsonborges@fundacaochapadao.com.br – 

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