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27/03/2004 14:12

Farmácias admitem falta de 30% de medicamentos

Rosane Amadori / Campo Grande News

O anunciado aumento médio de 5,7% no preço dos medicamentos, que passa a vigorar a partir de primeiro de abril, está gerando a falta de cerca de 30% dos medicamentos nas farmácias de Mato Grosso do Sul. O percentual é estimativa do Sinprofar (Sindicato do Comércio Varejista de Produtos Farmacêutico no Mato Grosso do Sul).
Conforme o presidente da entidade, Paulo Sérgio Lopes, a falta se faz sentir principalmente de antibióticos, antiinflamatórios e até mesmo de analgésicos. Alguns medicamentos de uso contínuo também já sumiram das prateleiras das farmácias.
Mais sentida nos últimos dias, a ausência de algumas marcas começou a ser percebida há três semanas, logo após a CMED (Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos) ter autorizado o reajuste, que tem teto máximo de 6,2%. “Estamos vivendo uma particularidade, porque em anos anteriores havia vários reajustes durante o ano. Agora, o governo Lula concentrou o aumento, o que causou a retenção dos produtos”, explicou Lopes.
A retenção de medicamentos é sentida quase que imediatamente pelas farmácias porque o sistema de distribuição do setor é extremamente ágil, com capacidade de fazer reposição até três vezes no mesmo dia. Com isso, elimina-se o custo da manutenção de grandes estoques, hoje com capacidade para atender a uma semana de demanda no Estado.
Se o consumidor não encontra o remédio desejado, indústria e distribuidores fazem o jogo do empurra em relação às responsabilidades sobre a falta dos remédios nas farmácias, enfatiza o explicou o presidente do Sinporfar. “É muito ´estranho` que não tenhamos medicamentos agora”, disse.
Lopes acredita que o abastecimento vai estar completamente regularizado na quinta-feira, quando entra em vigor o reajuste. “Vamos nos preparar para o ano que vem”, disse, referindo-se ao próximo aumento já anunciado pelo governo para março de 2005.

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