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01/08/2005 15:56

Estado vai produzir neste ano 100 mil toneladas de amido

Famasul Notícias

O Mato Grosso do Sul deverá ter nesta safra uma produção estável de amido de mandioca – perto de 100 mil toneladas, devido à estabilização do mercado consumidor interno, mas continuará como segundo maior produtor brasileiro.



Também conhecida como fécula, o produto é utilizado na alimentação humana e usado pelas indústrias químicas, de papel e papelão, frigoríficos e na fabricação de massas, biscoitos e panificação.



As fecularias do Estado concentram-se basicamente na região sul, com as indústrias operando em Ivinhema, Sete Quedas, Naviraí, Nova Andradina, Mundo Novo e outros municípios em que o plantio da mandioca tem forte peso econômico, sendo uma atividade executada por agricultores familiares.



No ano passado, segundo a Associação Brasileira dos Produtores de Amido de Mandioca (Abam), Mato Grosso do Sul processou 91.833 toneladas de amido, respondendo por 23% da produção nacional. O primeiro foi o Paraná com 67%, correspondendo a 264.522 t.



Esses dois Estados respondem por 90% do amido brasileiro, mas de 2003 para 2004 houve uma queda na produção: há dois anos, Mato Grosso do Sul industrializou 106.049 toneladas (24,8%), enquanto os paranaenses produziram 276.972 t.



No ano passado, São Paulo processou 28.701 toneladas (7% da produção nacional); Santa Catarina, 7.794 t (2%) e Minas Gerais e Ceará, 2.500 t, ficando com 1%. No total, o Brasil produziu 395.400 toneladas de amido no ano passado, movimentando R$ 573,3 milhões, com o preço médio ficando em R$ 1.450 a tonelada FOB/indústria, de acordo com os levantamentos da Abam.



Da produção nacional de mandioca, 26 milhões de toneladas previstas para a safra deste ano, 3 milhões são destinados à fabricação de polvilho doce ou azedo e amido. O restante da raiz está dividido entre a fabricação de farinha e o consumo in natura de humanos e animais.



Mato Grosso do Sul deverá produzir nesta safra mais de 600 mil toneladas de mandioca, enquanto no Paraná as estimativas são de 4 milhões de toneladas — terceiro maior produtor da raiz, atrás da Bahia e do Pará.

Autor:
Correio do Estado

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