Cassilândia, Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

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05/12/2014 14:00

Estado provedor incentiva a ociosidade

Manoel Afonso
Estado provedor incentiva a ociosidade

O GUERREIRO Nascido em 21/06/1918, o ex-governador Wilson B. Martins, após um AVC em 01/06/2013, sofreu embolia pulmonar e submetido a traqueostomia vai apresentando melhora significativa dentro do seu quadro clínico delicado.


ESTIVE na casa do dr. Wilson e conversei com a sua filha Thais, mulher determinada que acompanha de perto as ações médicas, com carinho e zelo. Mostrou-me inclusive o elevador construído especialmente para acomodar uma cadeira de rodas.


ESFORÇOS e união familiar não tem faltado para minorar o sofrimento do dr. Wilson, onde o simples aceno com o seu polegar sinaliza resistência e vontade de viver. Aliás, o brilho dos olhos da atenta Thais reflete bem essa esperança de vida.


RABO PRESO Ironizaram no saguão da Assembleia Legislativa: “quantos políticos neste país resistiriam a uma faxina”? Uma referência às declarações do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa nivelando partidos e governos por baixo.


LEMBRETE: “Há pessoas que adoram dinheiro e se metem na política. Se adora tanto dinheiro que se meta então no comercio, indústria ou que faça o que queira. Não é pecado. Mas a política é para servir ao povo”. (Presidente Mujica, do Uruguai)


A FRASE é um ‘chega pra lá’ em gente que só quer fazer bons negócios em proveito próprio dentro da política. Em alguns casos, ricos buscam holofotes para massagear o ego e ganhar a notoriedade que a iniciativa privada não proporciona.


‘MUITO BOA’ Chamado a opinar sobre as eleições da mesa da AL. o deputado Paulo Correa foi sutil ironizando o nome de Jr. Mochi ao dizer: “ Calma pessoal, o baile ainda nem começou. Já viu escolher a moça pra dançar antes da música começar? ”.


REPETECO Pela nossa estatura política no cenário nacional, MS só é lembrado pelos ‘cardeais’ partidários em raras ocasiões. Uma delas é a busca de votos de candidatos pela presidência da Câmara Federal, como fez agora Eduardo Cunha (PMDB).


DIVIDENDOS Como se diz, essa eleição ‘nem fede e nem cheira’ para nossos interesses. O deputado Eduardo Cunha tem compromissos com o Estado de São Paulo. Chegar a presidência da Câmara é um bom negócio, sonho de todo deputado.


VAZIO A posse de Dilma e Azambuja será no dia 1º de janeiro, início oficial do ano legislativo pela Constituição Federal. Já a posse dos senadores, deputados federais e estaduais deverá ocorrer no dia 2 de fevereiro, já que dia 1º cairá no domingo.


O FATO provocou polêmica em vários Estados e tentou-se inclusive – sem sucesso –uma emenda constitucional. Mas a justiça negou a coincidência da data das posses, já que a Carta Magna garante mandato de 4 anos para os deputados. E assim fica.

O DESCOMPASSO pelas datas diferentes de posse do Executivo e Legislativo já foi assimilado nos planos de quem vai assumir, mas não deixa de ser esquisito. Na pratica o deputado exerce o mandato vazio em janeiro, já que é o período do recesso legal.


AOS OLHOS do cidadão comum é um mês inteiro perdido para os novos governantes, que ficarão amarrados até a posse legislativa. Mas como o universo político é totalmente desligado da realidade, aconselha-se a nem tentar entender essas peculiaridades.


TACAPES Coincidência ou não com a proximidade da sua posse, a questão fundiária devido as invasões recentes dos Terenas, será um desafio maiúsculo para o novo governador. Ele terá que ser firme e ao mesmo tempo hábil nesta tratativa.


LEMBRANDO... Figuras de destaque do agronegócio perfilaram-se ao lado de Azambuja. Pessoas idôneas e capazes, mas que não conseguiram politicamente sensibilizar o Planalto no caso. Um espinho atravessado na garganta.


O EPISÓDIO mostra o desprestígio de MS. Ora! Tem sido comum certas soluções estapafúrdias do governo para atender interesses localizados. Deveria por exemplo, ser menos generoso lá no exterior e resolver essas graves questões internas.


DESGASTE Eleito – a exemplo de Bernal – sob a bandeira da renovação, o prefeito Felipe está afastado da prefeitura de Chapadão do Sul desde o dia 17 de novembro. Estive lá e senti o clima pesado e constrangedor. Como se diz: a decepção é geral.


O QUADRO : cidade pujante, alvo de investimentos até de multinacionais e o prefeito fora do cargo. Independente da veracidade das denúncias, a imagem dela foi arranhada. Pelo visto o padre Fábio de Melo terá que voltar à cidade para renovar as bênçãos.


‘BELEZA’ A facilidade na obtenção dos benefícios dos programas sociais empurrou muita gente para a ociosidade. Pessoas que trabalhavam nas atividades braçais tanto no campo como na cidade, ‘descobriram’ as facilidades do Estado provedor.


A RECLAMAÇÃO é geral: ninguém quer trabalhar apesar dos salários e vantagens oferecidos. Encontrar um servente de pedreiro, um ajudante geral sem especialização é ‘coisa de louco’. Com isso, quem produz e gera renda vai ficando desanimado.


‘BOCADA’ Os parlamentares não perderam a chance de liberar suas emendas em troca de votar com o Planalto a flexibilização do superávit fiscal. Nessa hora pesou tudo: dos compromissos políticos aos interesses das empreiteiras das obras.


POLÍTICO Às vezes tem que ter tutano, outras, jogo de cintura. Depende da situação. No interior é fogo! Como diz o deputado Jr. Mochi: “político não pode negar o número do celular, tem que batizar boneca e até ir ao enterro de cachorro”.


“Se corrupção desse caroço, o Brasil seria uma jaca”. (José Macaco Simão)

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