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11/04/2007 15:54

Energia de MS é a mais cara do País

Após o reajuste de 3,46% no dia 8 de abril passado, a energia elétrica residencial cobrada dos 699.475 consumidores pela Empresa Energética de Mato Grosso do Sul (Enersul) permanece na liderança do ranking da tarifa mais cara do País. O levantamento é da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que cedeu às pressões políticas e indeferiu o pedido da concessionária, que pretendia majorar os preços em 21,72%.

Apesar de ter corrigido em 9,83%, em média, a tarifa cobrada das 830,9 mil unidades, a Centrais Elétricas do Mato Grosso (Cemat) continua vendendo energia por R$ 0,3288 o quilowatt, uma das mais baratas do País. A Enersul comercializa por preço 31,8% superior, com o quilowatt custando R$ 0,43364 para o consumidor final.
Este valor é 0,11% maior que o R$ 0,43315 cobrado dos 6,2 milhões de mineiros atendidos pela Cemig, que reajustou as tarifas em 5,16% e está em segundo no ranking entre as mais de 60 distribuidoras. A Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), que reajustou em 3,71% o preço cobrado dos 3,2 milhões de clientes em São Paulo no dia 8, cobra 28,3% menos que a Enersul, R$ 0,33782 pelo quilowatt.

Em relação à Ceam, concessionária dos serviços no Amazonas, o valor cobrado pela Enersul é 67,3% mais caro. Outro exemplo é a Elektro, empresa que atende cinco municípios sul-mato-grossenses da região do Bolsão, que cobra R$ 0,37640 pelo quilowatt dos consumidores residenciais. Em relação aos outros 73 municípios servidos pela Enersul, o valor é 15,2% mais barato. O alto custo da energia, segundo o presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (Fiems), Sérgio Marcolino Longen, trava o desenvolvimento do Estado.

IMPOSTOS

Antes do reajuste nas contas, as oscilações nas alíquotas dos tributos federais, como PIS e Cofins, já surpreenderam os consumidores. O funcionário público Roberto Arce Gomes, 25 anos, reduziu o consumo de energia em 20% ao desligar uma das duas geladeiras. Contudo, a conta só teve redução de 12%, de R$ 191 para R$ 167. Na conta detalhada, a surpresa, os percentuais do PIS e Cofins passaram de 1,3% para 7,54%. A Enersul informou, através da assessoria, que a oscilação da alíquota dos tributos "é normal".



Correio do Estado

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