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16/06/2004 08:38

Embargo da soja: secretário vai à China

Adriano Gaieski/ABr

O secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Maçao Tadano, e o chefe da Divisão de Cooperação Técnica e Acordos Sanitários Internacionais, Odilson Ribeiro, viajarão nos próximos dias para a China, na tentativa de reverter decisão do governo desse país de suspender as importações de soja brasileira.

Em Pequim, eles apresentarão a autoridades da Administração Geral de Supervisão de Qualidade e Quarentena a Instrução Normativa nº 15, que estabeleceu os índices de tolerância para contaminação da soja. Também pedirão a reabilitação das empresas brasileiras impedidas de exportar o produto para a China.

Os problemas começaram em abril, quando os chineses recusaram seis carregamentos brasileiros de soja brasileira, totalizando 359 mil toneladas. Os chineses alegaram que grãos sadios estavam contaminados com sementes tratadas com os fungicidas Carboxin e Captan.

A missão brasileira também vai solicitar a vinda de técnicos chineses ao Brasil, para fazerem uma inspeção nos carregamentos de soja antes do embarque. Rússia e Estados Unidos já fazem essa pré-inspeção nas carnes e mangas brasileiras, respectivamente. E o Brasil, na maçã e na pêra importadas da Argentina.

Apesar de o site do Ministério da Quarentena ter publicado ontem uma lista com mais 15 empresas brasileiras impedidas de vender soja para a China, o ministério brasileiro ainda não recebeu comunicado do governo chinês sobre a proibição. “Essa notícia necessita de oficialização. Caso se confirme, a situação é grave, delicada e preocupante”, enfatizou o secretário de Defesa Agropecuária, Maçao Tadano.

As sete equipes da Delegacia Federal de Agricultura do Rio Grande do Sul, que formaram a força-tarefa de fiscalização do complexo soja no estado, encontraram 130.450 toneladas de soja com suspeita de contaminação nos caminhões, vagões de trem, silos e terminais de portos fiscalizados até ontem. A comercialização do produto foi suspensa e os fiscais coletaram nove amostras para análise. A força-tarefa atuou nos municípios de Cruz Alta, Santa Rosa, Passo Fundo, Jaguari e Rio Grande.

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