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23/04/2008 10:44

Em juízo, acusado de morte de Maksoud nega crime

Nadyenka Castro/Campo Grande News

Edson Ferreira, conhecido como “Rato”, negou em juízo envolvimento com o assassinato do advogado William Maksoud, ocorrido em abril do ano passado. Edson é o primeiro dos cinco acusados a ir a júri popular. O processo tem 10 volumes.

O julgamento dele começou por volta de 8h30 e é presídio pelo juiz Aluízio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, que também irá presidir o júri dos demais acusados. A sentença será dada de acordo com o voto dos sete jurados, sorteados entre 20 pessoas.

Assistem ao júri estudantes de Direito e familiares da vítima. Ângela Maria Paes, 47 anos, amiga da família do criminalista, disse que acompanha o júri porque espera que seja feita Justiça. Para ela, a Justiça neste caso seria a condenação de Edson. “Nosso Brasil está muito impune de Justiça”. Ela declarou que vai ficar no Tribunal do Júri até o final.

A defesa de Edson, que disse que veio para Campo Grande oriundo de São Paulo, é feita pela defensoria público. O promotor do caso é Sérgio Harfouche, que tem como assistente de acusação o advogado José Roberto Rodrigues da Rosa.

Edson declarou durante o julgamento que após chegar na rodoviária Capital, seguiu para a região conhecida como “Pedra” (Avenida Afonso Pena entre Calógeras e Ernesto Geisel) e trocou correntes por duas armas. O acusado falou ainda que não confessou o crime na polícia, que foi torturado na instituição, e negou que tenha ligação com o PCC.

Facção criminosa que segundo denúncia do MPE (Ministério Público Estadual), teria sido mandante do assassinato. O advogado teria recebido R$ 100 mil e uma caminhonete S-10 de honorários para que conseguisse transferência de um membro de Campo Grande para outro presídio.

O criminalista não conseguiu e então a facção exigiu que ele devolvesse o dinheiro e o veículo. Maksoud devolveu R$ 30 mil e negou prestar serviços como forma de devolução do restante. Ele foi então assassinado.

Também são acusados do crime: Paulo Eduardo Nepomuceno Alves, o “Peréu”, Eliel dos Santos Pires, o “Léo”, Edmilson dos Santos Pires, e Rafael Carlos Mosqueda, o “Rafa”, que está foragido.


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