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13/03/2006 18:10

É baixa a remuneração de médicos do SUS, admite ministro

Thaís Leitão/ABr

A baixa remuneração dos profissionais é um dos principais desafios do Sistema Único de Saúde (SUS), segundo Saraiva Felipe, ministro da Saúde. Segundo o ministro, uma pesquisa revelou que muitos funcionários complementam seu salário com trabalhos extras.

"Não há nenhuma crítica aos profissionais nesse aspecto. Ou nós descobrimos uma forma criativa de remunerar os recursos humanos ou nós vamos gastar dinheiro, gastar dinheiro, gastar dinheiro" afirmou o ministro que participou hoje, no Rio de Janeiro, da abertura do seminário "Saúde e democracia: uma visão de futuro para o Brasil", organizado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e pelo jornal O Globo.

De acordo com Saraiva Felipe, o Sistema Único de Saúde (SUS) é a maior conquista do povo brasileiro. "Sempre que vou ao exterior, eu tenho que dar uma ‘palinha’ sobre o sistema". Ele disse ainda, que trata-se do maior programa social do governo brasileiro em termos de estabilidade, com 15 anos de vigência. "O SUS beneficia 180 milhões de brasileiros que não teriam outra forma de atendimento", afirmou.

Para o ministro, a rede pública de saúde do país também enfrenta problemas com o que ele chamou de "judicialização" da área. De acordo com o ministro, a determinação judicial de que sejam adquiridos pelo poder público medicamentos em caráter de emergência para atender casos específicos é fruto, na maior parte das vezes, "do desespero da classe média", que tem acesso a bons advogados. Segundo o ministro, os remédios adquiridos dessa forma, são muitas vezes experimentais, não havendo certeza de seus benefícios à população.

Ele afirmou que no Paraná, por exemplo, 30% do que se gasta com medicamentos tem origem nessas questões emergenciais. Em todo o Brasil, o Sistema Único de Saúde conta com 63 mil unidades ambulatoriais e 6,8 mil hospitais. São realizadas, anualmente, 12 milhões de internações, 2,5 milhões de partos, 1,4 bilhões de atendimentos básicos.

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