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23/05/2008 09:42

Dor de cabeça: analgésicos em demasia, uma das causas

Cerca de 30 milhões de brasileiros sofrem com dor de cabeça, segundo estimativa do Departamento de Cefaléia da Academia Brasileira de Neurologia. A ingestão excessiva de analgésicos é apontada como uma das principais causas desse mal. Na semana em que é lembrado o dia da dor de cabeça, a ABN alerta sobre o perigo da automedicação e sobre a importância de um diagnóstico correto, feito por especialistas.

Dentre a população, as mulheres são as que mais sentem dor de cabeça – 76%, contra 57% dos homens. A cefaléia não poupa nem os mais jovens. Aproximadamente 39% das crianças até 6 anos já sabem o que é ter cefaléia, e aos 15 anos, o número chega a 70%.

A ingestão de analgésicos não pode ultrapassar dois a três dias por semana e deve ser indicada por um especialista. Segundo a médica do Departamento de Cefaléia da ABN Patricia Machado Peixoto, existem dores de cabeça que ficam mais fortes e freqüentes com o passar do tempo, evoluindo para enxaquecas crônicas.

“Uma grande causa é o uso do analgésico, que, em excesso, piora a dor de cabeça. O ideal é tratar o distúrbio com medicamentos que atuam no cérebro, fazendo com que haja uma estabilidade química. Há uma melhora de 60% dos casos, quando o paciente realiza esse tratamento”, explica.

Existem quase 300 tipos de cefaléias catalogados, de acordo com informações da ABN. Porém, a dor de cabeça pode disfarçar a presença de outras doenças, muitas vezes, mais graves. Por isso, a academia alerta para a necessidade de consultar especialistas sobre o assunto.

“Nas cefaléias primárias não existem lesões cerebrais e sim um distúrbio químico em relação aos neurotransmissores – substâncias que circulam no cérebro e o fazem o funcionar. A dor de cabeça é uma doença neurológica e não têm sintomas. As dores secundárias, porém, são patologias em que o paciente pode ter desde um tumor, hemorragia ou traumatismo”, explica a médica do Departamento de Cefaléia da ABN.

Patricia Machado Peixoto explica ainda que para obter um diagnóstico mais preciso sobre as causas da dor de cabeça deve-se recorrer à cefaliatria, subespecialidade da neurologia.





Agência Brasil

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