Cassilândia, Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016

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16/05/2007 17:48

Dólar cai mais 1,46%

Humberto Marques/Campo Grande News

O dólar registrou nesta quarta-feira (16 de maio) a maior desvalorização dos últimos 11 meses, caindo 1,46% em relação ao fechamento de ontem. A divisa norte-americana chegou ao fim do pregão sendo vendida a R$ 1,954, embalada pelo anúncio da agência Standard & Poor’s, que realiza classificação de risco, da melhora na nota brasileira. Na semana passada, conforme lembrou a Folha Online, a Fitch Ratings também havia aumentado seu indicador sobre o Brasil.

A manutenção da cotação do dólar abaixo dos R$ 2, seguindo a tendência desta terça-feira (15), fez com que o Banco Central intensificasse sua presença no mercado. Por volta das 12h40, a autoridade monetária efetuou um leilão de swap cambial reverso (equivalente a compras da moeda no mercado futuro), e, próximo ao fechamento, foi promovido um leilão de compra à vista. Apesar das operações, o BC não conseguiu conter a queda da divisa.

A Standard & Poor’s subiu a qualificação do Brasil de “BB” para “BB+”, considerando o País mais seguro para investimentos. A explicação sobre a melhora deu a entender que a próxima recomendação também deve ser positiva. A Fitch também colocou o Brasil em “BB+” na última semana, o que coloca o Brasil a um passo do grau de investimento (que tem nota “BBB-”, onde são qualificados os países mais seguros para se investir).

Conforme explica a Folha, o “rating” de um País é a recomendação da agência de classificação sobre as chances de um país ou uma empresa atrasar o pagamento de compromissos financeiros. Quanto maior a nota, menor é a probabilidade de calote. A melhora na qualificação representa que os analisados poderão levantar recursos no exterior pagando juros menores, bem como um sinal de que mais recursos podem ser enviados ao país.

Trajetória de queda – Apenas em 2007, o dólar acumula perdas de quase 9% em seu valor perante o real. A explicação apontada por analistas de mercado está na conjuntura formada pelos recordes na balança comercial brasileira, o diferencial dos juros domésticos e internacionais (que estão entre os maiores do mundo, atraindo mais capital estrangeiro) e a perspectiva de que o Brasil se tornou um local mais seguro para investimentos.

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