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18/06/2009 21:26

Delcídio e bancada de MS cobram liberação de emendas

Cadú Bortolotto, assessoria

O senador Delcídio do Amaral (PT/MS), juntamente com integrantes da bancada de Mato Grosso do Sul no Congresso, esteve com o vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Jorge Ereda, em Brasília, para discutir a liberação de emendas individuais e de bancada que ainda estão retidas pelo governo.
"São mais de R$ 300 milhões pendentes e as prefeituras precisam de soluções. Optamos por promover uma reunião com a direção da CEF de Brasília e a superintendência da Caixa em Campo Grande, a Assomasul, os prefeitos, e toda a bancada federal, para equacionar essa questão e garantir a conclusão de várias obras importantíssimas. No momento em que o Programa de Aceleração do Crescimento vai tão bem em Mato Grosso do Sul, não podemos deixar que as emendas parlamentares se percam pelo caminho porque elas representam muito para os nossos municípios", afirmou o senador. Segundo ele, a reunião vai ser realizada em data a ser ajustada com o coordenador da bancada, deputado federal Waldemir Moka (PMDB), e com os dirigentes da CEF de Brasília e em Mato Grosso do Sul.
Delcídio disse que a direção da CEF prometeu estudar a possibilidade de prorrogar o prazo de vigência dos contratos firmados com as prefeituras, para não prejudicar os municípios.
“Tivemos ótimas informações da vice-presidência da CEF, através do vice-presidente de Governo (Vigov), José Carlos Medaglia Filho, quanto ao efeito suspensivo dos contratos. A Caixa vai adiar esse efeito suspensivo para que tenhamos condição de aplicar todos os recursos que a bancada federal, a duras penas e trabalhando bastante, conseguiu viabilizar para o nosso estado. A bancada federal está muito preocupada porque a maioria dos contratos vence nas próximas semanas, mas se a CEF não tiver tempo de analisar e aprovar os convênios das prefeituras, automaticamente esse prazo será prorrogado, até porque as prefeituras não terão qualquer responsabilidade sobre isso. Ou seja, as prefeituras que entregaram todos os documentos, não terão os contratos suspensos nem perderão os recursos oriundos das emendas”, explicou o senador.

Centralização
Delcídio e os membros da bancada estiveram também na direção do Banco do Brasil, em reunião com o vice-presidente Luiz Carlos Guedes. Os parlamentares sul-mato-grossenses não concordam com a antecipação do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO), que é um pleito apresentado pelos estados de Mato Grosso e de Goiás.
"Em Mato Grosso do Sul nós temos uma matriz econômica pré-estabelecida, e essa antecipação trará prejuízos ao agronegócio do nosso estado", afirmou o senador. Se a tese de Mato Grosso e Goiás for vitoriosa, corremos o risco de perder recursos para esses estados . Os nossos produtores precisam do FCO para que possam investir e produzir cada vez mais , contribuindo para que o agronegócio seja o segmento econômicos mais importante do Brasil”, afirmou o senador.
Na reunião, os membros da bancada relataram à direção do Banco do Brasil o descontentamento das lideranças políticas e empresariais do estado com a centralização, em Brasília, do serviço de consultoria, assessoramento e prestação de serviços de crédito e capital de giro.
"Infelizmente, por uma política equivocada do Banco do Brasil, esses serviços estão sendo deslocados para o Distrito Federal. Isso vai prejudicar, através de uma burocracia centralizada, o bom encaminhamento dos projetos apresentados ao FCO. No encontro, ficou acertado que vamos realizar uma audiência pública em Campo Grande para debatermos esse assunto. Os estados da região Centro-Oeste estão perdendo com essa centralização e, acima de tudo, é o agronegócio que fica prejudicado", ponderou Delcídio.

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