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01/11/2008 15:32

Cristo Redentor fica sem trenzinho por divergência

Isabela Vieira /ABr

Rio de Janeiro - O trenzinho que leva ao Cristo Redentor, um dos pontos turísticos mais procurados na cidade do Rio, não funcionou hoje (1). O contrato da empresa que operava os trens com a dona da concessão, a União, venceu ontem (31) e não foi renovado. O serviço foi suspenso e só será reestabelecido com um novo contrato.

Apesar do dia nublado, os turistas procuraram a atração neste sábado. A maior parte era formada por estrangeiros desavisados, como o espanhol Jose Antonio Sanches e sua mulher. Eles estiveram ontem (31) no Cristo, mas, por causa do mau tempo, resolveram voltar hoje. No entanto, mais uma vez, saíram decepcionados. “Hoje, é o nosso último dia no Rio. Saímos frustrados porque ontem o trem funcionava”, afirmou Sanches. O casal, que está de férias, resolveu usar táxi ou van para chegar ao topo do Cristo, mas, para ele "não será a mesma coisa".

O acesso de vans e táxis funciona normalmente. A empresa Estrada de Ferro do Corcovado, que opera os trenzinhos há 25 anos, questiona a licitação, realizada pela Secretaria do Patrimônio da União (SPU), do Ministério do Planejamento. Embora tenha vencido a concorrência, o presidente da empresa, Sávio Neves, afirma que o processo não correu às claras.

“Não entramos na Justiça para manter as operações porque acreditamos que essa polêmica coloca luz no problema. É um jeito de chamar atenção para forma como a licitação foi conduzida. A SPU habilitou empresas que não estavam credenciadas, que não apresentaram todos os documentos e produziu um contrato frágil”, afirmou Sávio Neves.

Sávio afirma que a concorrência fez com que a empresa ofertasse pela concessão um valor alto, o que pode complicar investimentos nos trens. Pelo novo contrato, a operadora pagará 1,1 milhão à União por mês. Antes, o valor era de R$ 320 mil. “Essa não é a nossa reclamação, mas a forma do processo”, disse Neves. A SPU argumenta que a licitação, apesar das contestações judiciais, foi homologada.

“O governo foi surpreendido com a notícia de que a empresa não assinaria o contrato”, afirmou a secretária Alexandra Reschke, em nota. Segunda ela, o novo documento inclui seguro para passageiros e garantia da proteção ao meio ambiente.


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