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16/11/2004 14:28

Creches também farão parte do Fundeb

MEC

O secretário executivo do Ministério da Educação, Fernando Haddad, declarou, que as creches terão recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A confirmação foi feita durante o debate Educação para Todos, transmitido ao vivo, no dia 12, pela TV Câmara. Segundo Haddad, os recursos do Fundeb – que irá substituir o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) – que irão para a educação básica, incluirão todo o ensino infantil.


A resistência de incluir as creches no projeto do Fundeb foi vencida e o financiamento beneficiará crianças de zero a 17 anos, inclusive a educação de jovens e adultos. O Fundeb prevê um diferencial de valor para o ensino na área rural, com relação ao ensino urbano, em virtude dos maiores desafios no interior. “As discussões do Fundeb ocorrem com especialistas em financiamento e qualidade na educação”, disse.


Os deputados Ivan Valente (PT/SP), autor do Plano Nacional de Educação; e Carlos Abicalil (PT/MT), presidente da Comissão de Educação da Câmara Federal; e o presidente do Instituto de Pesquisas Avançadas em Educação (Ipae), João Roberto Moreira Alves, participaram do debate. Haddad explicou que, em 1994, retiraram 20% do orçamento do MEC. “Temos um cronograma de recuperação das perdas.” Ele disse que o orçamento do MEC para 2005 ganhará mais R$ 3,5 bilhões. Subirá para R$ 20,7 bilhões. Parte irá para a recuperação das universidades públicas. “Em 2005, recuperaremos em 75% as perdas de custeio das universidades.


Investimento – Haddad lembrou que o MEC tem 18% dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), que precisam ser descontigenciados, pois são essenciais para o investimento em novas tecnologias. A decisão depende do Executivo e do Legislativo. Ele lembrou que, pela primeira vez, a alfabetização no Brasil é feita como uma política de Estado e aliada à educação de jovens e adultos, facilitando a inclusão social.


O secretário executivo comentou o Relatório de Monitoramento Global Educação para Todos (EFA), da Unesco, divulgado esta semana, em Brasília. “Superamos a questão de gênero. Os indicadores de matrículas no ensino fundamental foram satisfatórios. Houve conexão entre a oferta de vagas e incentivo à freqüência. Nos demais quesitos deixamos a desejar, como em relação à qualidade do ensino fundamental e universalização do ensino infantil e médio”.
Creches também farão parte do Fundeb
12/11/2004 17:00


O secretário executivo do Ministério da Educação, Fernando Haddad, declarou, ontem, que as creches terão recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A confirmação foi feita durante o debate Educação para Todos, transmitido ao vivo, hoje, 12, pela TV Câmara. Segundo Haddad, os recursos do Fundeb – que irá substituir o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) – que irão para a educação básica, incluirão todo o ensino infantil.


A resistência de incluir as creches no projeto do Fundeb foi vencida e o financiamento beneficiará crianças de zero a 17 anos, inclusive a educação de jovens e adultos. O Fundeb prevê um diferencial de valor para o ensino na área rural, com relação ao ensino urbano, em virtude dos maiores desafios no interior. “As discussões do Fundeb ocorrem com especialistas em financiamento e qualidade na educação”, disse.


Os deputados Ivan Valente (PT/SP), autor do Plano Nacional de Educação; e Carlos Abicalil (PT/MT), presidente da Comissão de Educação da Câmara Federal; e o presidente do Instituto de Pesquisas Avançadas em Educação (Ipae), João Roberto Moreira Alves, participaram do debate. Haddad explicou que, em 1994, retiraram 20% do orçamento do MEC. “Temos um cronograma de recuperação das perdas.” Ele disse que o orçamento do MEC para 2005 ganhará mais R$ 3,5 bilhões. Subirá para R$ 20,7 bilhões. Parte irá para a recuperação das universidades públicas. “Em 2005, recuperaremos em 75% as perdas de custeio das universidades.


Investimento – Haddad lembrou que o MEC tem 18% dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), que precisam ser descontigenciados, pois são essenciais para o investimento em novas tecnologias. A decisão depende do Executivo e do Legislativo. Ele lembrou que, pela primeira vez, a alfabetização no Brasil é feita como uma política de Estado e aliada à educação de jovens e adultos, facilitando a inclusão social.


O secretário executivo comentou o Relatório de Monitoramento Global Educação para Todos (EFA), da Unesco, divulgado esta semana, em Brasília. “Superamos a questão de gênero. Os indicadores de matrículas no ensino fundamental foram satisfatórios. Houve conexão entre a oferta de vagas e incentivo à freqüência. Nos demais quesitos deixamos a desejar, como em relação à qualidade do ensino fundamental e universalização do ensino infantil e médio”.
Creches também farão parte do Fundeb
12/11/2004 17:00


O secretário executivo do Ministério da Educação, Fernando Haddad, declarou, ontem, que as creches terão recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A confirmação foi feita durante o debate Educação para Todos, transmitido ao vivo, hoje, 12, pela TV Câmara. Segundo Haddad, os recursos do Fundeb – que irá substituir o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef) – que irão para a educação básica, incluirão todo o ensino infantil.


A resistência de incluir as creches no projeto do Fundeb foi vencida e o financiamento beneficiará crianças de zero a 17 anos, inclusive a educação de jovens e adultos. O Fundeb prevê um diferencial de valor para o ensino na área rural, com relação ao ensino urbano, em virtude dos maiores desafios no interior. “As discussões do Fundeb ocorrem com especialistas em financiamento e qualidade na educação”, disse.


Os deputados Ivan Valente (PT/SP), autor do Plano Nacional de Educação; e Carlos Abicalil (PT/MT), presidente da Comissão de Educação da Câmara Federal; e o presidente do Instituto de Pesquisas Avançadas em Educação (Ipae), João Roberto Moreira Alves, participaram do debate. Haddad explicou que, em 1994, retiraram 20% do orçamento do MEC. “Temos um cronograma de recuperação das perdas.” Ele disse que o orçamento do MEC para 2005 ganhará mais R$ 3,5 bilhões. Subirá para R$ 20,7 bilhões. Parte irá para a recuperação das universidades públicas. “Em 2005, recuperaremos em 75% as perdas de custeio das universidades.


Investimento – Haddad lembrou que o MEC tem 18% dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), que precisam ser descontigenciados, pois são essenciais para o investimento em novas tecnologias. A decisão depende do Executivo e do Legislativo. Ele lembrou que, pela primeira vez, a alfabetização no Brasil é feita como uma política de Estado e aliada à educação de jovens e adultos, facilitando a inclusão social.


O secretário executivo comentou o Relatório de Monitoramento Global Educação para Todos (EFA), da Unesco, divulgado esta semana, em Brasília. “Superamos a questão de gênero. Os indicadores de matrículas no ensino fundamental foram satisfatórios. Houve conexão entre a oferta de vagas e incentivo à freqüência. Nos demais quesitos deixamos a desejar, como em relação à qualidade do ensino fundamental e universalização do ensino infantil e médio”.

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