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07/05/2005 07:33

Coordenador da Funana em MS pede demissão do cargo

Jacqueline Lopes/Campo Grande News

A utilização do problema indígena em Mato Grosso do Sul em discursos políticos criou uma situação para que o coordenador da Funasa (Fundação Nacional de Saúde), Gaspar Hickmann, deixasse o cargo. Pelo menos foi assim que ele comentou sua saída do órgão que sofre avalanches de denúncias. “Políticos que nunca fizeram projetos de lei em defesa dos índios, pela distribuição da terra ou combate ao alcoolismo utilizaram o problema como palanque eleitoral até que fosse oferecida a cabeça de alguém”, dispara chamando parlamentares de “demagogos”.
Hickmann que pediu o afastamento do cargo, após denúncias de má gestão do recurso público, sob investigação em CPI´s e pelo TCU (Tribunal de Contas da União), enfatizou que a situação “ficou insuportável”, embora tivesse o apoio político anunciado pela bancada federal do PT.
“O que mais constrange, nas acusações feitas sem apurações, é que depois que jogam o nome da pessoa no lixo e na imprensa não adianta mais dizer depois que não é bem assim”, defende-se.
Sobre o escândalo da não distribuição de 27 toneladas de alimentos aos índios da região de Dourados, Hickmann disse que isso não influenciou em sua decisão. O alimento está há 19 dias no depósito da Funai (Fundação Nacional do Índio). A Funasa, conforme ele, distribuiria cestas somente para as famílias que têm crianças desnutridas. Ele afirmou ainda que a Funai tinha a incumbência da missão.
Funcionário de carreira do órgão, formado em Direito, disse ainda que deve aproveitar para tirar férias, acumuladas, tão logo a presidência do órgão encontre um substituto. “Estive reunido com o presidente da Funasa, Valdi Camárcio Bezerra, hoje em Brasília. Agora, aguardo uma resposta deles. Mesmo sendo temporário até que se investigue os fatos. Não quero mais”. Hickmann diz que por três vezes chegou a colocar o cargo à disposição.

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