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10/08/2004 08:32

Confirmação de foco de mormo coloca MS em alerta

Cristiane Sandim

Confirmado mais um foco de mormo na região sul do país. A doença, que acomete os eqüídeos - entenda-se cavalos, burros, jegue - foi registrada em Santa Catarina em menos de 13 dias e já confirma o segundo caso, dessa
vez o estado é o Paraná. Considerando que a doença representa um grau de risco para Mato Grosso do Sul a
Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro), desde a semana passada, estabeleceu medidas de
segurança para o transporte interestadual desses animais.

O Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), ainda desconhece os detalhes do novo foco
confirmado na última sexta e por isso ainda não publicou a Instrução Normativa (IN) que objetiva evitar
a disseminação da doença no país. Tal fato coloca o Iagro a espera da IN para tomar novas providencias já
que o foco foi confirmado no estado vizinho podendo comprometer o rebanho de Mato Grosso do Sul.

De acordo com o responsável pelo Programa de Controle e Erradicação das Doenças dos Eqüídeos da Iagro, Ademar Etiro Mori, "o trânsito dos animais providos de Santa Catarina e também do Paraná estão condicionados a
apresentação de exames de complemento negativo para o mormo, dentro do prazo de validade. O Iagro também fica a espera da publicação da normativa pelo MAPA para tomar outras providencias".

Provocado por uma bactéria, à enfermidade resulta em complicações respiratórias, afetando tecidos e gânglios
dos animais contaminados. A profilaxia baseia-se no isolamento da área onde existirem animais doentes e,
caso haja a comprovação da doença, o sacrifício dos animais bem como a cremação é indispensável. "O
tratamento não é indicado, pois o animais se tornam portadores crônicos e fontes de infecção para outros
animais", alerta Ademar.

Embora não se tenha nenhum registro da doença em Mato Grosso do Sul, só na região nordeste do Brasil, sete
focos já foram diagnosticados nos últimos anos. "Até julho a concentração da doença estava restrita as
regiões Norte e Nordeste", lembra Mori.

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