Cassilândia, Quinta-feira, 08 de Dezembro de 2016

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21/10/2006 08:29

Concursos: Conselho Federal de Fonoaudiologia

Divulgado o edital do concurso para especialização na área de fonaudiologia. Inscrições até o dia 9 de novembro.

CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA CONCURSO DE PROVAS E TÍTULOS PARA CONCESSÃO E REGISTRO DO TÍTULO DE ESPECIALISTA NAS ÁREAS DA FONOAUDIOLOGIA EDITAL N.º 001 – CFFa, DE 04 DE OUTUBRO DE 2006 O CONSELHO FEDERAL DE FONOAUDIOLOGIA, tendo em vista as Resoluções CFFa n.º 320/06, n.º 321/06, n.º 322/06, n.º 323/06 e n.º 334/06, o convênio com Academia Brasileira de Audiologia e Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia para elaboração e acompanhamento do processo, torna pública a realização de concurso de provas e títulos para concessão e registro do Título de Especialista nas áreas da Fonoaudiologi-a, mediante condições estabelecidas neste edital. 1 DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES 1.1 O Concurso de Provas e Títulos será regido por este Edital e executado pela Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista - Fundação VUNESP. 1.2 O concurso será realizado nas cidades de Belém/PA, Brasília/DF, Porto Alegre/RS, Recife/PE e São Paulo/SP. 2 DAS ESPECIALIDADES 2.1 AUDIOLOGIA 2.2 LINGUAGEM 2.3 MOTRICIDADE OROFACIAL 2.4 SAÚDE COLETIVA 2.5 VOZ 3 DOS REQUISITOS BÁSICOS EXIGIDOS 3.1 O candidato deverá ser fonoaudiólogo inscrito nos últimos três anos em Conselho Regional de Fonoau-diologia, contados até a data de realização das provas objetiva, discursiva e títulos e estar em pleno gozo dos seus direitos. 4 DA TAXA DE INSCRIÇÃO: R$ 100,00 5 DA INSCRIÇÃO 5.1 Será admitida a solicitação de inscrição, exclusivamente pela Internet, no endereço eletrônico http://www.vunesp.com.br, às 10 horas do dia 16 de outubro de 2006 às 16 horas do dia 09 de novembro de 2006, observado o horário oficial de Brasília/DF. 5.2 A Vunesp não se responsabiliza por solicitações de inscrição não recebidas por motivos de ordem técni-ca dos computadores, falhas de comunicação, congestionamento das linhas de comunicação, bem como outros fatores de ordem técnica que impossibilitem a transferência de dados. 5.3 O candidato, ao realizar sua inscrição, poderá efetuar o pagamento da taxa de inscrição das seguintes formas: a) por meio de documento de arrecadação, pagável em qualquer lotérica e supermercado credenciado; b) por meio de boleto bancário, pagável em toda a rede bancária credenciada.
5.3.1 O documento de arrecadação e o boleto bancário estão disponíveis no endereço eletrônico
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http://www.vunesp.com.br e devem ser impressos para o pagamento da taxa de inscrição após a conclusão do preenchimento da ficha de solicitação de inscrição online. 5.4 As inscrições efetuadas somente serão acatadas após a comprovação de pagamento da taxa de inscrição. 5.4.1 As solicitações de inscrição cujos pagamentos forem efetuados após o término das inscrições não se-rão acatadas. 5.5 A confirmação da inscrição do candidato inscrito estará disponível após 72 (setenta e duas horas) no endereço eletrônico http://www.vunesp.com.br, sendo de responsabilidade exclusiva do candidato a obten-ção desse documento. 5.5.1 O candidato inscrito não deverá enviar cópia de documento de identidade, sendo de sua exclusiva responsabilidade a informação dos dados cadastrais no ato de inscrição, sob as penas da lei. 5.6 Informações complementares acerca da inscrição estarão disponíveis no endereço eletrônico http://www.vunesp.com.br . 6. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE A INSCRIÇÃO NO CONCURSO 6.1 No ato de inscrição, o candidato deverá indicar sua opção de especialidade e a cidade em que realizará as provas objetiva e discursiva apresentará os títulos, observado o subitem 1.2 deste edital. 6.2 O Conselho Federal de Fonoaudiologia e a Fundação VUNESP se eximem de quaisquer despesas de viagens e estadas dos candidatos para a realização das provas e de objetos esquecidos ou danificados no local ou sala de prova. 6.2.1 Não será aceita solicitação de alteração de opção de especialidade e/ou de opção de cidade de realiza-ção da prova e de apresentação de títulos, após a concretização da inscrição. 6.2.2 A qualquer tempo poder-se-á anular a inscrição, a prova e/ou a certificação do candidato, desde que verificada qualquer falsidade nas declarações e/ou quaisquer irregularidades nas provas e/ou nos documen-tos apresentados. 6.2.3 Antes de efetuar a inscrição, o candidato deverá conhecer os termos do edital e verificar se preenche todos os requisitos exigidos para a certificação. 6.2.4 O valor referente ao pagamento da taxa de inscrição não será devolvido em hipótese alguma, salvo em caso de cancelamento do certame por conveniência da Administração. 6.2.5 O comprovante de inscrição deverá ser mantido em poder do candidato e apresentado nos locais de realização das provas. 6.2.6 Não serão aceitas solicitações de inscrições por meio de caixa postal, por fax e/ou correio eletrônico. 6.2.7 O candidato que necessitar de qualquer tipo de condição especial para a realização das provas deverá solicitá-la, por escrito, no ato de inscrição, indicando, claramente, na solicitação de inscrição pela Internet, quais os recursos especiais necessários (materiais, equipamentos etc.). 6.2.7.1 A candidata que tiver necessidade de amamentar durante a realização da prova deverá levar um a-companhante, que ficará em sala reservada para essa finalidade, e que será responsável pela guarda da cri-ança. 6.2.7.2 A solicitação de condições especiais será atendida obedecendo a critérios de viabilidade e de razoa-bilidade. 6.2.7.3 A não solicitação de condições especiais, nos moldes anteriormente definidos no ato de inscrição implica a sua não concessão no dia de realização das provas. 6.3 O candidato deverá efetuar inscrição para apenas uma das especialidades e indicar apenas um local para a realização das provas e entrega dos títulos. Se o candidato se inscrever para mais de uma especialidade ou local, prevalecerá a inscrição de data mais recente. 6.4 As informações prestadas na solicitação de inscrição serão de inteira responsabilidade do candidato, dispondo ao Conselho Federal de Fonoaudiologia e a Fundação VUNESP do direito de excluir do concurso aquele que não preencher o formulário de forma completa, correta e legível e/ou que fornecer dados com-provadamente inverídicos. 6.5 O candidato deverá declarar na solicitação de inscrição que tem ciência e aceita que, caso seja habilita-do, deverá entregar ao Conselho Federal de Fonoaudiologia os documentos comprobatórios dos requisitos exigidos no subitem 3.1 deste edital para efeito da concessão e registro do Título de Especialista nas áreas
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da Fonoaudiologia, no prazo de 180 dias a contar da data de divulgação do resultado final do Concurso. 6.6 Não serão aceitas as solicitações de inscrição que não atenderem rigorosamente ao estabelecido neste edi-tal, sendo que, no ato da inscrição, o candidato deverá declarar que conhece e aceita os termos do presente Edital. 7 DAS ETAPAS DO CONCURSO PÚBLICO 7.1 O concurso público constará de prova de conhecimentos teórico-práticos, composta de duas partes, ob-jetiva e discursiva, abrangendo os objetos de avaliação constantes no Capítulo 13 deste edital, e de avalia-ção de títulos, conforme descrito no quadro a seguir. PARTE/TIPO ÁREA DE CONHECIMENTO N.º DE QUESTÕES NOTA MÍNIMA Parte I – Objetiva Conhecimentos Específi-cos por especialidade 40 50 Parte II – Discursiva Conhecimentos Específi-cos por especialidade 2 questões a serem escolhidas dentre 10 apresentadas 50 Parte III - Avaliação de títulos – – 50 Total Mínimo de Pontos para obtenção do Título de Especialista 170 7.2 A prova de conhecimentos teórico-práticos será realizada nas cidades de Belém/PA, Brasília/DF, Porto Alegre/RS, Recife/PE e São Paulo/SP, no dia 10 de dezembro de 2006. 7.3 A prova objetiva será realizada no período da manhã e terá duração 3 (três) horas e a Prova Discursiva será realizada no período da tarde e terá a duração de 2 (duas) horas e 30 (trinta) minutos. A entrega dos títulos acontecerá após o término da Prova Discursiva. 7.4 A partir de 01 de dezembro de 2006, os locais e os horários de realização das provas Objetiva, Discur-siva e Títulos serão publicados no Diário Oficial da União e divulgados na Internet, nos endereços ele-trônicos http://www.vunesp.com.br e http://www.fonoaudiologia.org.br. 7.4.1 A Fundação Vunesp enviará Cartão de Convocação, contendo local e horário de realização das pro-vas, dirigida ao endereço fornecido pelo candidato no ato de inscrição. 7.4.2 O envio do Cartão de Convocação dirigido ao candidato, ainda que extraviado ou por qualquer motivo não recebido, não desobriga o candidato do dever de observar o edital a ser publicado, consoante dispõe o subitem 7.4 deste edital. 7.5 As informações a respeito de datas, locais e horário de aplicação de prova poderão ser obtidas através do Disque Vunesp, telefone (0xx11) 3874-6300. O candidato deverá observar rigorosamente os comunica-dos e os editais a serem publicados no Diário Oficial da União, divulgados na Internet, nos endereços ele-trônicos http://www.vunesp.com.br e http://www.fonoaudiologia.org.br. 7.6 O candidato deverá comparecer ao local designado para a realização da prova com antecedência mínima de uma hora do horário fixado para o seu início, munido de caneta de tinta azul ou preta, de comprovante de inscrição, dos títulos relacionados no Capítulo 8 deste edital e de documento de identidade original. 7.7 Não será admitido ingresso de candidatos nos locais de realização da prova após o horário fixado para o seu início. 7.8 Não haverá segunda chamada para a realização da prova. O não comparecimento para a sua realização implicará a eliminação automática do candidato. 7.9 Não será aplicada prova, em hipótese alguma, fora da data, do local e do espaço físico predeterminados em edital e/ou em comunicado. 7.10 Serão considerados documentos de identidade dentro do prazo de validade: carteiras expedidas pelos Comandos Militares, pelas Secretarias de Segurança Pública, pelos Institutos de Identificação e pelos Cor-pos de Bombeiros Militares; carteiras expedidas pelo órgão fiscalizador de exercício profissional (Conse-lhos Regionais de Fonoaudiologia); passaporte; certificado de reservista; carteiras funcionais do Ministério Público; carteiras funcionais expedidas por órgão público que, por lei federal, valham como identidade; car-
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teira de trabalho; carteira nacional de habilitação (somente o modelo novo, com foto). 7.10.1 Caso o candidato esteja impossibilitado de apresentar, no dia de realização da prova, documento de identidade original, por motivo de perda, furto ou roubo, deverá ser apresentado documento que ateste o registro da ocorrência em órgão policial, expedido há, no máximo, trinta dias. 7.10.2 Não serão aceitos como documentos de identidade: certidões de nascimento, título eleitoral, carteiras de motorista (modelo antigo), carteiras de estudante, carteiras funcionais sem valor de identidade nem docu-mentos ilegíveis, não identificáveis e/ou danificados. 7.10.3 Não será aceita cópia de documento de identidade, ainda que autenticada. 7.11 Por ocasião da realização da prova, o candidato que não apresentar documento de identidade original, na forma definida no subitem 7.10 deste edital, será automaticamente excluído do concurso. 7.12 No dia de realização da prova, não será permitido ao candidato entrar ou permanecer no local do exa-me com armas ou aparelhos eletrônicos (bip, telefone celular, relógio do tipo data bank, walkman, agenda eletrônica, notebook, palmtop, receptor, gravador etc.). Os aparelhos eletrônicos deverão ser recolhidos pelo Fiscal de Sala e devolvidos ao final da prova. O descumprimento da presente instrução implicará a elimina-ção do candidato. 7.13 O candidato somente poderá retirar-se do local de realização da prova levando o Caderno da Prova Objetiva após decorridos 50% do tempo de duração de cada prova. 7.14 Terá sua prova anulada e será automaticamente eliminado do concurso o candidato que, durante a rea-lização da prova: a) usar ou tentar usar meios fraudulentos e/ou ilegais para a sua realização; b) for surpreendido dando e/ou recebendo auxílio para a execução da prova; c) utilizar-se de livros, máquinas de calcular e/ou equipamento similar, dicionário, notas e/ou impressos que não forem expressamente permitidos, telefone celular, gravador, receptor, pagers, notebook e/ou equipa-mento similar e/ou que se comunicar com outro candidato; d) faltar com o devido respeito para com qualquer membro da equipe de aplicação da prova, autoridades presentes e/ou candidatos; e) fizer anotação de informações relativas às suas respostas no comprovante de inscrição e/ou em qualquer outro local; f) recusar-se a entregar o material da prova ao término do tempo destinado para a sua realização; g) afastar-se da sala, a qualquer tempo, sem o acompanhamento de fiscal; h) ausentar-se da sala, a qualquer tempo, portando a Folha de Respostas e o Caderno da Prova Discursiva; i) descumprir as instruções contidas no Caderno de Prova; j) perturbar, de qualquer modo, a ordem dos trabalhos, incorrendo em comportamento indevido. k) utilizar ou tentar utilizar meios fraudulentos para obter aprovação própria ou de terceiros, em qualquer etapa do concurso público. 7.15 Se, a qualquer tempo, for constatado, por meio eletrônico, estatístico, visual ou grafológico, ter o can-didato utilizado processos ilícitos, sua prova será anulada e ele será automaticamente eliminado do Concur-so. 7.16 Não haverá, por qualquer motivo, prorrogação do tempo previsto para a aplicação da prova em virtude de afastamento de candidato da sala de prova. 7.17 No dia de realização da prova, não serão fornecidas, por qualquer membro da equipe de aplicação da prova e/ou pelas autoridades presentes, informações referentes ao conteúdo da prova e/ou aos critérios de avaliação. 8 DA AVALIAÇÃO DA PROVA DE CONHECIMENTOS TEÓRICOS-PRÁTICOS PARTE I – PROVA OBJET IVA 8.1 A primeira parte da prova constará de 40 questões objetivas e será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem) pontos. 8.1.1 O candidato que não atingir o mínimo de 50 pontos na prova objetiva será excluído do processo. 8.1.2 O candidato deverá, obrigatoriamente, marcar para cada questão, uma, e somente uma resposta, sob pena de arcar com os prejuízos decorrentes de marcações indevidas.
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8.1.3 O candidato deverá transcrever as respostas da prova objetiva na Folha de Respostas definitiva, que será o único documento válido para a correção da prova. O preenchimento da Folha de Respostas será de inteira responsabilidade do candidato, que deverá proceder em conformidade com as instruções específicas contidas neste edital e na Folha de Respostas. Em hipótese alguma, haverá substituição da Folha de Respos-tas por erro do candidato. 8.1.4 Serão de inteira responsabilidade do candidato os prejuízos advindos do preenchimento indevido da Folha de Respostas. Serão consideradas marcações indevidas as que estiverem em desacordo com este edi-tal e/ou com a Folha de Respostas, tais como: ausência de marcação nos campos referentes a uma questão; marcação rasurada, emendada ou dupla e/ou campo de marcação não preenchido integralmente. 8.1.5 Não será permitido que as marcações na Folha de Respostas sejam feitas por outras pessoas, salvo em caso de candidato que tenha solicitado condição especial para esse fim. Nesse caso, o candidato será acom-panhado por um fiscal da Fundação VUNESP devidamente treinado. PARTE II – PROVA DISCURSIVA 8.2 Somente serão corrigidas as provas dos candidatos que tenham atingido o mínimo de 50(cinqüenta) pontos na prova objetiva. 8.2.1 A prova discursiva será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem) pontos. 8.2.2 O candidato que não atingir o mínimo de 50 pontos na prova discursiva será excluído do processo. 8.2.3 A parte II constará de 10 (dez) questões discursivas, cada uma relativa a um dos temas de conheci-mento elencados para cada especialidade, conforme Capitulo 13 deste edital. 8.2.4 Das 10(dez) questões apresentadas para a especialidade, o candidato deverá escolher apenas 02(duas) para responder. As questões discursivas abordarão situações-problema envolvendo os objetos de avaliação na especialidade. 8.2.5 Na avaliação da prova discursiva, serão considerados o domínio do conhecimento teórico-prático, o emprego adequado da linguagem, a articulação do raciocínio, a capacidade de argumentação teórico-metodológica e o uso correto do vernáculo. 8.2.6 A prova discursiva deverá ser feita a mão, em letra legível, com caneta esferográfica de tinta azul ou preta, não sendo permitida a interferência e/ou a participação de outras pessoas, salvo em caso de candi-dato que tenha solicitado condição especial para esse fim. Nesse caso, o candidato será acompanhado por um fiscal da Fundação VUNESP, devidamente treinado, para o qual deverá ditar o texto, especificando o-ralmente a grafia das palavras e os sinais gráficos de pontuação. 8.2.7 A prova discursiva não poderá ser assinada, rubricada ou conter qualquer palavra ou marca no corpo da prova que identifique o autor, sob pena de ser anulada. Deverá ser assinada somente no local designado para esse fim, na capa do Caderno de Questões. A detecção de qualquer marca identificadora no espaço destinado à transcrição do texto definitivo acarretará a anulação da parte discursiva e a conseqüente elimi-nação do candidato do concurso. 8.2.8 O Caderno de Respostas destinado para a transcrição da Prova Discursiva será o único documento válido para a avaliação. As folhas de rascunho no Caderno de prova são de preenchimento facultativo e não serão avaliadas. PARTE III - DA PROVA DE TÍTULOS 8.3 Os títulos serão pontuados até o total de 100 pontos. 8.3.1 O candidato que não atingir o mínimo de 50 pontos na avaliação de títulos, será excluído do processo. 8.3.2 A entrega de títulos será realizada no dia 10 de dezembro de 2006, após o término da prova de dis-cursiva, no mesmo local de sua realização. 8.3.3 Somente serão aceitos os títulos a seguir relacionados, expedidos até a data da entrega, 10 de de-zembro de 2006, observadas as condições previstas neste edital. TÍTULOS COMPROVANTES VALOR UNITÁRIO VALOR MÁXIMO a) Conclusão de Certificado de conclusão do programa e o 45 45
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programa de Resi-dência em Fonoau-diologia ou equiva-lente com caráter de treinamento em serviço respectivo histórico, no qual conste a dura-ção mínima de um ano, a carga horária mínima de 1.720 (hum mil setecentas e vinte) horas, o nome do trabalho científico individual apresentado para conclusão do programa, e a destinação de 10 a 20% da carga horária destinadas a atividades teóri-cas. TÍTULOS COMPROVANTES VALOR UNITÁRIO VALOR MÁXIMO b) Conclusão de Curso de Especiali-zação na Fonoaudi-ologia, na área da especialidade pre-tendida, com dura-ção mínima de 500 horas, em confor-midade com a Re-solução CFFa n.º 334/06. Certificado de conclusão de Curso de Espe-cialização e respectivo histórico, no qual conste a carga horária mínima de 500 horas, tendo sido destinado 1/3 delas para as ativi-dades práticas supervisionadas, o nome do trabalho científico apresentado para a con-clusão do programa e demais características definidas pela Resolução CFFa – 334/06 45 45 c) Conclusão de Curso de Especiali-zação na Fonoaudi-ologia em área diversa da especia-lidade pretendida, com duração mínima de 500 horas, em confor-midade com a Re-solução CFFa n.º 334/06. 25 25 d) Conclusão de Curso de Especiali-zação na área da especialidade pre-tendida, realizado em IES, pública ou privada, regula-mentada de acordo com as normas legais pertinentes, com duração míni-ma de 360 horas. Certificado de conclusão de Curso de Espe-cialização e respectivo histórico, no qual conste: a carga horária mínima de 360 ho-ras, tendo sido destinado 1/3 delas para as atividades práticas supervisionadas; o nome do trabalho científico apresentado para a conclusão do curso. 30 30
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TÍTULOS COMPROVANTES VALOR UNITÁRIO VALOR MÁXIMO e) Conclusão de Curso de Especiali-zação na área afim à da especialidade pretendida, realiza-do em IES, pública ou privada, regula-mentada de acordo com as normas legais pertinentes, com duração míni-ma de 360 horas. Certificado de conclusão de Curso de Espe-cialização e respectivo histórico, no qual conste: a carga horária mínima de 360 ho-ras, tendo sido destinado 1/3 delas para as atividades práticas supervisionadas; o nome do trabalho científico apresentado para a conclusão do curso. 20 20 f) Conclusão de Curso de pós-graduação lato sensu na área pre-tendida, no exteri-or, realizado em Instituição oficial do país, com dura-ção mínima de 360 horas. Certificado de conclusão de Curso traduzi-do para a Língua Portuguesa por tradutor juramentado. 10 10 g) Conclusão de Mestrado ou Dou-torado com disser-tação/tese na área da especialidade requerida. 40 40 h) Conclusão de Mestrado ou Dou-torado com disser-tação/tese em área afim à da especiali-dade requerida. Declaração ou diploma, de programa reco-nhecido pela Capes, devidamente registrado expedido por instituição nacional oficial ou reconhecida. 25 25
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TÍTULOS COMPROVANTES VALOR UNITÁRIO VALOR MÁXIMO i) Conclusão de Curso de Aperfei-çoamento na área da especialidade requerida, com duração mínima de 120 horas. Certificado expedido pela instituição, em papel timbrado, contendo carimbo e assina-tura do responsável, no qual conste, obriga-toriamente, a carga horária. 10 30 j) Conclusão de Curso de Extensão na área da especia-lidade requerida, com duração mí-nima de 80 horas. 4 12 k) Participação em Cursos na área da especialidade re-querida, com dura-ção mínima de 30 horas. 2 8 l) Participação em eventos e/ou cursos da Fonoaudiologia na área da especia-lidade requerida, com duração mí-nima de 8 horas. 1 6 m) Associação à Entidade Científica Nacional, Regional ou Internacional ligada à Fonoaudi-ologia. Comprovante de associação expedido pela entidade em papel timbrado. 2 4 n) Aprovação em concurso público de provas e títulos para provimento de cargo de fonoaudi-ólogo. Comprovante expedido pelo respectivo órgão, em papel timbrado, com carimbo e assinatura do responsável, ou exemplar do diário oficial, sendo que em ambos deve estar especificado o nome do candidato, o concurso e o cargo para o qual ele foi apro-vado. 5 10 o) Publicação ou organização de livro ou de capítulo em livro com regis-tro na biblioteca nacional, referente à área da especiali-dade requerida. Apresentação da capa da obra, do índice e das páginas em que conste o nome do can-didato. 2 6
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TÍTULOS COMPROVANTES VALOR UNITÁRIO VALOR MÁXIMO p) Publicação de artigo em periódico indexado interna-cionalmente, refe-rente à área da especialidade re-querida. Apresentação da capa da obra, do índice e das páginas em que conste o nome do can-didato. 4 12 q) Publicação de artigo completo em anais de congresso ou em periódico não indexado, com corpo editorial, referente à área da especialidade re-querida. 2 6 r) Palestra e/ou conferência profe-rida em evento científico, referente à área da especiali-dade requerida, desde que esta não tenha sido publica-da e contabilizada no item ”q”. Certificado expedido pela entidade em pa-pel timbrado, com carimbo e assinatura do responsável. 1 3 s) Aula ministrada referente à área de especialidade re-querida, a convite, em instituição di-versa da sua. Certificado expedido pela entidade em pa-pel timbrado, com carimbo e assinatura do responsável. 1 3 8.3.4 Não serão aceitos títulos encaminhados por meio de caixa postal, por meio fax ou por meio de correio eletrônico, bem como fora do prazo estabelecido, seja qual for o motivo alegado. 8.3.5 No ato de entrega de títulos, o candidato deverá preencher e assinar relação, de acordo com o mode-lo a ser fornecido pela Fundação Vunesp, na qual indicará a quantidade de títulos apresentados. 8.3.5.1 Juntamente com essa relação, deverá ser apresentada, de cada título declarado: a) cópia autenticada em cartório, ou b) original acompanhado de cópia simples para conferência no ato da entrega. OBS. As cópias apresentadas não serão devolvidas em hipótese alguma. 8.3.6 Trabalhos publicados sem o nome do candidato deverão ser acompanhados de documento emitido pelo editor ou dirigente do órgão editor, atestando a autoria. 8.3.7. Dissertações/teses de mestrado e de doutorado não serão consideradas como trabalhos publicados para efeito de contagem de pontos. 8.3.8 Para efeito de pontuação, cada título será considerado uma única vez. 8.3.9 Os pontos que excederem o valor máximo em cada alínea do Quadro de Atribuição de Pontos para a Avaliação de Títulos, bem como os que excederem ao limite de 100 pontos serão desconsiderados.
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9 DOS CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DA PARTE I – PROVA OBJETIVA 9.1 A prova objetiva será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem) pontos, valendo 2,5 pontos cada ques-tão. 9.2 Todos os candidatos terão suas questões objetivas corrigidas por meio de processamento eletrônico. DA PARTE II – PROVA DISCURSIVA 9.3 A prova discursiva será avaliada na escala de 0 (zero) a 100 (cem) pontos, valendo 50 pontos cada ques-tão. 9.4 Para promover a transparência e a imparcialidade na correção da prova discursiva, a Banca Examinado-ra receberá as provas desidentificadas, avaliando apenas os conhecimentos teórico-práticos do candidato, de acordo com a opção de especialidade, quando da inscrição, e da escolha da questão quando da realização da prova. 9.5 Nos casos de: fuga ao tema proposto, texto definitivo escrito a lápis ou inexistência de texto, a nota atri-buída será zero. 9.6 Nos casos de identificação pessoal em local indevido, o candidato receberá zero na prova discursiva, sendo desclassificado do processo. 9.7 A nota final na prova discursiva de conhecimentos teórico-práticos será a somatória das notas obtidas nas duas questões escolhidas. Caso haja mais de duas questões respondidas, a prova discursiva estará anulada. DA PARTE III – DA AVALIAÇÃO DA PROVA DE TÍTULOS 9.8 A pontuação dos títulos será efetuada de acordo com os critérios estabelecidos no Capítulo 8 deste edi-tal. 9.9 A nota final na avaliação de títulos será a soma das pontuações obtidas em cada alínea, respeitada a sua pontuação máxima, limitada a 100 pontos. 9.10 Receberá nota zero o candidato que não entregar os títulos na forma, no dia e no local estabelecidos neste edital. 10 DA NOTA FINAL NO CONCURSO 10.1. A nota final do candidato no Concurso será a soma das notas obtidas nas provas objetiva, discursiva e de títulos. 10.2 Será considerado habilitado para a concessão do título de Especialista em área da Fonoaudiologia o candidato que obtiver nota final no concurso maior ou igual a 170 pontos. 11 DOS RECURSOS 11.1 Os gabaritos oficiais preliminares da parte objetiva da prova de conhecimentos teórico-práticos serão divulgados na Internet, no endereço eletrônico http://www.vunesp.com.br, em data a ser determinada no caderno de prova. 11.2 O candidato poderá interpor recurso referente às fases do concurso, em até 02(dois) dias úteis, a contar do dia subseqüente ao fato que lhe deu origem. 11.3 Os recursos interpostos serão respondidos exclusivamente pela Fundação Vunesp e devolvidos aos candidatos recorrentes. 11.4 Admitir-se-á um único recurso por candidato, para cada evento referido no item acima. 11.5 Os recursos deverão ser postados para a Fundação VUNESP, na Rua Germaine Burchard, 515 – Água Branca – São Paulo – CEP: 05002-062. Os candidatos deverão encaminhar dois conjuntos de recursos (ori-ginal e uma cópia), dentro das seguintes especificações: - nome, - inscrição, - área de especialidade requerida.
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a) Para cada recurso referente às provas objetiva e discursiva, deverá constar, em folha individual, o número da questão, a alternativa assinalada pelo candidato e o gabarito divulgado pela Vunesp, apresentando argu-mentação lógica e consistente. No caso da prova de títulos, o candidato deverá apresentar, também em folha individual, os motivos de sua não concordância com a pontuação. b) Os recursos deverão estar digitados ou datilografados; não serão aceitos recursos interpostos por fac-símile (fax), telex, internet, telegrama ou outro meio especificado neste Edital. 11.6 Os recursos interpostos em desacordo com as especificações contidas neste capítulo não serão avalia-dos. 11.7 O(s) ponto(s) relativo(s) à(s) questão(es) eventualmente anulada(s) será(ão) atribuído(s) a todos os candidatos presentes à prova. 11.8 No caso de provimento de recurso interposto dentro das especificações, poderá, eventualmente, ocorrer a alteração da classificação inicial obtida pelo candidato para uma classificação superior ou inferior, ou ain-da poderá ocorrer a desclassificação do candidato que não obtiver nota mínima exigida para aprovação. 11.9 Os recursos interpostos fora do prazo não serão aceitos. Será considerada, para tanto, a data do respec-tivo protocolo e/ou postagem. 12 DAS DISPOSIÇÕES FINAIS 12.1 Os candidatos poderão obter informações referentes ao concurso através do Disque Vunesp (11) 3874-6300 e por meio da Internet, no endereço eletrônico http://www.vunesp.com.br, observado o disposto no subitem 6.5 deste edital. 12.2 A inscrição do candidato implicará a aceitação das normas para o concurso contidas nos comunicados, neste edital e em outros editais a serem publicados. 12.3 A bibliografia em referência é somente sugestão de estudo e, as questões, não obrigatoriamente, deve-rão se referir estritamente a esta bibliografia. 12.4 O resultado final do concurso será homologado e publicado no Diário Oficial da União e divulgado na Internet, nos endereços eletrônicos http://www.vunesp.com.br e http://www.fonoaudiologia.org.br 12.5 O candidato deverá observar rigorosamente os editais e os comunicados a serem publicados no Diário Oficial da União, divulgados na Internet, nos endereços eletrônicos http://www.vunesp.com.br e http://www.fonoaudiologia.org.br. 12.6 O prazo de validade do concurso será de 180 dias. 12.7 Durante o prazo de validade do concurso, o candidato considerado habilitado deverá apresentar os do-cumentos para comprovação dos requisitos exigidos para a certificação, definidos na Resolução CFFa, n.º 321/06. 12.8 Os documentos relativos à solicitação de Título de Especialista deverão ser entregues no Conselho Federal de Fonoaudiologia. 12.9 A habilitação no concurso gera, para o candidato, a expectativa de direito à titulação. Durante o perío-do de validade do concurso, o Conselho Federal de Fonoaudiologia reserva-se o direito de proceder à análi-se da documentação apresentada pelos candidatos e, caso seja constatado o não cumprimento de quaisquer dos requisitos exigidos neste edital, o candidato perderá o direito à concessão e registro do Título de Espe-cialista em Fonoaudiologia. 12.10 Os títulos de especialista obtidos em razão deste concurso serão concedidos pelo Conselho Federal de Fonoaudiologia a partir da publicação do resultado final do concurso. 12.11 O candidato deverá manter seu endereço atualizado na Fundação Vunesp, enquanto estiver partici-pando do concurso e, posteriormente, se habilitado, no Conselho Federal de Fonoaudiologia. São de inteira responsabilidade do candidato os prejuízos advindos da não-atualização de seu endereço. 12.12 Legislação com entrada em vigor após a data de publicação deste edital, bem como alterações em dispositivos legais e normativos a ele posteriores, não serão objetos de avaliação na parte objetiva do pre-sente concurso. 12.13 Os casos omissos serão resolvidos pela Fundação VUNESP juntamente com o Conselho Federal de Fonoaudiologia.
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13 DOS OBJETOS DE AVALIAÇÃO (HABILIDADES E CONHECIMENTOS) 13.1 A prova de conhecimentos teóricos-práticos avaliará habilidades que vão além do mero conhecimento memorizado, abrangendo compreensão, aplicação, análise, síntese e avaliação, valorizando a capacidade de raciocínio. Os conhecimentos a serem avaliados em cada especialidade e a bibliografia sugerida estão des-critos a seguir. 13.2 AUDIOLOGIA: 1. Testes audiológicos para identificação das alterações cocleares, retrococleares e do sistema tímpano-ossicular. 2. Testes eletrofisiológicos e de avaliação do processamento auditivo. 3. Intervenção audiológica no idoso. 4. Intervenção audiológica na saúde do trabalhador. 5. Deficiência da audição, reabilitação e prótese auditiva. 6. Deficiência da audição, reabilitação e implante coclear. 7. O exame otoneurológico. 8. Terapia fonoaudiológica da criança surda. 9. Reabilitação vestibular. 10. Triagem auditiva neonatal e acompanhamento do desenvolvimento da audição. 13.2.1 BIBLIOGRAFIA:1. Carvalho RMM. Fonoaudiologia: informação para formação - Procedimentos em audiologia. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2003. 2. Schochat E. (org.) Processamento auditivo – Série Atualidades em Fonoaudiologia, vol. II, São Paulo: Lovise, 1996. 3. Pereira LD, Schochat E. Proces-samento auditivo central: manual de avaliação. São Paulo: Lovise, 1997.4. Katz J. Tratado de Audiologia Clínica . São Paulo: Manole,1999. 5. Frota S. Fundamentos em fonoaudiologia. 2ª ed. Rio de Janeiro: Gua-nabara-Koogan, 2003. 6. Figueiredo MS. Emissões otoacústicas e BERA. São Paulo: Pulso, 2003. 7. Aze-vedo MF, Vieira RM, Vilanova LCP. Desenvolvimento auditivo de crianças normais e de alto risco.São Paulo: Plexus,1995. 8. Bess FH, Humes LE. Fundamentos de Audiologia. Porto Alegre: Artes Médi-cas,1998. 9. Lopes Filho O. Tratado de fonoaudiologia. São Paulo: TECMED, 2005. 10. Lichtig I, Carvallo RMM. Audição: abordagens atuais. São Paulo: Pró-Fono,1997. 11. Marchezan I. et al. Tópicos de fonoau-diologia. Vol II. Carapicuíba: Pró-Fono, 1995. 12. Musiek FE, Rintelmann WF. Perspectivas atuais em ava-liação auditiva. São Paulo: Manole, 2001. 13. Almeida K, Iorio MCM. Próteses auditivas – fundamentos teóricos e aplicação clínica - São Paulo: Lovise, 2003. 14. Northern J , Downs M. Audição na Infância. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2005. 15. Schochat E. (org.) Processamento auditivo – Série Atualidades em Fonoaudiologia. São Paulo: Lovise, 1996. 16. Nudelmann, A. Costa, E. Seligman, J. Ibãnez, R. PAIR: perda auditiva induzida pelo ruído. Rio de Janeiro: Revinter, 2001. 17. Russo, I. Momensohn-Santos,T. A prática da audiologia clínica. São Paulo: Cortez, 2005. 18. Ferreira, LP; Befi-Lopes, DM; Limongi, SCO. Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca, 2004. 19. Caovilla HH, Ganança MM, Munhoz MSL, Silva MLG. Equilibriometria Clínica. São Paulo: Ed. Atheneu, 2000. 20. Ganança MM, Vieira RM, Caovilla HH. Princípios de Otoneurologia. São Paulo: Ed. Atheneu, 1998. 21. Ganança MM, Munhoz MSL, Caovilla HH, Silva MLG. Condutas na vertigem. São Paulo: Ed. Moreira Júnior, 2004. 22. Aquino AMCM (org) . Pro-cessamento Auditivo: eletrofisiologia e psicoacustica. Lovise São Paulo: Lovise, 2002. 23. Russo ICP. A-cústica e Psicoacustica aplicadas à Fonoaudiologia . São Paulo: Lovise, 1999. 13.3 LINGUAGEM: 1. Desenvolvimento de Linguagem. 2. Distúrbios Fonológicos: diagnóstico e inter-venção. 3. Desenvolvimento e alterações da linguagem escrita. 4. Distúrbios de aprendizagem e Dislexia. 5. Linguagem e Psiquismo. 6. Alterações Específicas do Desenvolvimento da Linguagem: diagnóstico e inter-venção. 7. Linguagem em Síndromes e Alterações Sensório Motoras: diagnóstico e intervenção. 8. Lingua-gem nos Transtornos do espectro Autístico. 9. Atuação fonoaudiológica nos quadros afásicos.10. Lingua-gem nos processos de envelhecimento. 13.3.1 BIBLIOGRAFIA: 1. Cunha, MC. Fonoaudiologia e psicanálise: a fronteira como território. São Paulo: Plexus, 1997. 2. Ferreira, LP; Befi-Lopes, DM; Limongi, SCO org. Tratado de Fonoaudiologia.São Paulo: Editora Roca, 2004. Capítulos: 61, 62, 63, 64, 65, 66, 67, 68, 69, 70, 71, 72, 73, 74, 75, 76, 77, 78, 79. 3. Limongi, SCO org. Linguagem: desenvolvimento normal, alterações e distúrbios. Série: Fonoaudio-logia – informação para formação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 4. Limongi, SCO org. Proce-dimentos Terapêuticos em Linguagem. Série: Fonoaudiologia – informação para formação. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2003. 5. Perissinoto, J. Autismo. Série CEFAC de Fonoaudiologia. São Paulo: Pulso Editorial, 2003. 6. Santos, MTM dos; Navas, ALP. Distúrbios de Leitura e Escrita – teoria e prática. São Paulo: Manole Editora, 2004. 7. Zorzi, JL. Intervenção Fonoaudiológica nas Alterações da Linguagem In-fantil. São Paulo: Revinter, 2002. 8. Zorzi, JL. Aprendizagem e Distúrbios da Linguagem. São Paulo: Art-
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med, 2003. 13.4 MOTRICIDADE OROFACIAL: 1. Atuação fonoaudiológica nas funções orofaciais. 2. Atuação fonoaudiológica nas disfunções da articulação temporomandibular, traumas de face e cirurgia ortognática. 3. Atuação fonoaudiológica nas alterações de fala. 4. Atuação Fonoaudiológica na Fissura Labiopalatina. 5. Atuação fonoaudiológica em disfagia orofaríngea neurogênica. 6. Atuação fonoaudiológica: ação em disfa-gia orofaríngea mecânica. 7. Atuação fonoaudiológica em neonatologia. 8.Gagueira no adulto. 9. Gagueira infantil. 10. Abordagens teóricas da gagueira. 13.4.1 BIBLIOGRAFIA: 1. Altmann EBC. (org.) Fissuras Lábio-Palatinas. 4ª ed. Carapicuíba: Pró-Fono; 2005. 2. Berretin-Felix G, Jorge TM, Genaro KF. Intervenção Fonoaudiológica em Pacientes Submetidos à Cirurgia Ortognática. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org). Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca; 2004. p.494-511. 3. Bianchini EMG (Org). Articulação Temporomandibular – Implica-ções, limitações e possibilidades terapêuticas. Carapicuíba: Pró-Fono; 2000. 4. Bianchini EMG. Articulação Temporomandibular e Fonoaudiologia. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org). Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca; 2004. p.315-29. 5. Britto ATBO, Manzi FR, Braga APG. Disfunção Temporomandibular: fundamentos para atuação do fonoaudiólogo. In: Britto AATBO (Org). Livro de Fo-noaudiologia. São José dos Campos: Pulso; 2005. p.297-324. 6. Cattoni DM. Alterações da Mastigação e Deglutição. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org). Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca; 2004. p.277-91. 7. DI Ninno CQMS. Abordagem fonoaudiológica atual nas fissuras labiopalatinas. In: Britto AATBO (org.) Livro de Fonoaudiologia, São José dos Campos: Pulso; 2005. p.325–38. 8. Felício CM. Desenvolvimento Normal das Funções Estomatognáticas. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org).Tratado de Fonoaudiologia, São Paulo: Roca; 2004. p.195-211. 9. Genaro KF, Yamashita RP, Trindade IEK. Avaliação clínica e instrumental na fissura labiopalatina. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org). Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca; 2004. p.456-93. 10. Guedes ZCF. Atua-ção fonoaudiológica nos distúrbios articulatórios. In: Filho OL (Org). Tratado de Fonoaudiologia. São Pau-lo: Tecmedd; 2005. p. 663-74. 11. Junqueira P. Avaliação e Diagnóstico Fonoaudiológico em Motricidade Oral. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org).Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca; 2004. p.230-36. 12. Krakauer LK, DI Francesco RC, Marchesan IQ. Conhecimentos essências para atender bem a Respiração Oral (Orgs). São José dos Campos: Pulso; 2003. 13. Marchesan IQ, Sanseverino NT. Fonoaudiologia e Ortodontia/Ortopedia Facial - esclarecendo dúvidas sobre o trabalho conjunto. São José dos Campos: Pulso; 2004. 14. Marchesan IQ. Alterações de Fala de Origem Musculoesquelética. In: Ferrei-ra LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org). Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca; 2004. p.292-303. 15. Marchesan IQ. Como avalio e trato as alterações da deglutição. In: Marchesan IQ. Org. Tratamento da deglutição: a atuação em diferentes países. São José dos Campos: Pulso; 2005. p. 149-98. 16. Marchesan IQ. Fundamentos em Fonoaudiologia – Aspectos clínicos da Motricidade Oral. 2a. ed. Rio de Janeiro: Gua-nabara Koogan; 2005. 17. Medeiros AMC, Medeiros M. Motricidade Orofacial – Inter-relação entre Fono-audiologia e Odontologia. São Paulo: Lovise; 2006. 18. Ortiz KZ. Alterações de Fala: Disartrias e Dispraxi-as. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org). Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Roca; 2004. p.304-14. 19. Pegoraro-Krook MI, Dutra-Souza JC, Magalhães LCT, Feniman MR. Intervenção fonoaudiológica na fissura palatina. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org). Tratado de Fo-noaudiologia, São Paulo: Roca; 2004. p.439-55. 20. Rehder MI. Atuação fonoaudiológica nos distúrbios funcionais da deglutição. In: Marchesan IQ. (org.) Tratamento da deglutição: a atuação em diferentes paí-ses. São José dos Campos: Pulso; 2005. p. 199-211. 21. Silva HJ, Cunha DA. Avaliação e tratamento das alterações da deglutição. In: Marchesan IQ. (Org). Tratamento da deglutição: a atuação em diferentes paí-ses. São José dos Campos: Pulso; 2005. p. 133-48. 22. Tessitore A. Alterações Oromiofuncionais em Respi-radores Orais. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org). Tratado de Fonoaudiologia. São Pau-lo: Roca; 2004. p.261-76. 23. Filho-Macedo EDM, Gomes GF, Furkim AM. Manual de Cuidados do Paci-ente com Disfagia. São Paulo: Lovise; 2000. 24. Filho-Macedo EDM, Pissani JC, Carneiro J, Gomes G. Disfagia - Abordagem Multidisciplinar. São Paulo: Frontis; 1998. 25. Furia CLB. Disfagias Mecânicas. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org). Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Rocca; 2004. p. 386-404. 26. Furkim AM, Santini C. Disfagias orofaríngeas. São Paulo: Pró-Fono; 1998. 27. Furkim AM, Silva RG. Programas de reabilitação em disfagia orofaríngea neurogênica. São Paulo:Frontis; 1998. 28. Madureira D. Deglutição em neonatos. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org). Tratado de
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Fonoaudiologia. São Paulo: Rocca; 2004. p. 219-29. 29. Ortiz KZ (Org). Distúrbios Neurológicos Adquiri-dos - Fala e Deglutição. São Paulo: Manole; 2006. 30. Rios IJA. Fonoaudiologia Hospitalar. São José dos Campos: Pulso; 2003. 31. Silva RG. Como se procede a abordagem das disfagia orofaríngeas no paciente neurológico adulto? In: Tópicos em Gastroenterologia. São Paulo: Medsi; 2000. p. 123-36. 32. Silva RG. Disfagia Orofaríngea Pós-Acidente Vascular Encefálico. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org). Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Rocca; 2004. p. 354-69. 33. Andrade, C. R. F. de. Aborda-gem Neurolingüística de Motora da Gagueira. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org). Trata-do de Fonoaudiologia. São Paulo: Rocca; 2004. p.1001-1016 . 34. Meira, I. Abordagem Fenomenológica da Fluência. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org). Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Rocca; 2004. p.1017-1026. 35. Friedman, S. Fluência: Um Acometimento Complexo. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org). Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Rocca; 2004. p.1027-1034. 36. Schiefer, A. M. Abordagem Psicolingüística da Fluência. In: Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO (Org). Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo: Rocca; 2004. p.1035-1039. 37. Andrade C. R. F. de. Diag-nóstico e Intervenção Precoce no Tratamento das Gagueiras Infantis. Carapicuíba: Pró-Fono, 1999. 38. Meira I. (org). Tratando Gagueira - Diferentes Abordagens. São Paulo: Editora Cortez, 2002. 13.5 SAÚDE COLETIVA:1. Epidemiologia. 2. Clínica. 3. Políticas Públicas. 4.Organização e Sistemas de Saúde. 5. Planejamento. 6. Gestão. 7. Sistema de Informação e Regulação. 8. Promoção da Saúde. 9. Edu-cação em Saúde. 10. Modelos Tecno-Assistenciais. 13.5.1 BIBLIOGRAFIA: 1. Andrade, C.R.F. – Fonoaudiologia Preventiva: teoria e vocabulário técnico científico. São Paulo, Lovise, 1996. 2. Andrade, L. O. M. de – SUS Passo a Passo: normas, gestão e finan-ciamento. São Paulo/Sobral, Hucitec/Edições UVA, 2001. 3. Arouca, S. – O Dilema Preventivista: contri-buição para a compreensão e crítica da Medicina Preventiva. São Paulo/Rio de Janeiro, UNESP/Fio Cruz, 2003. 4. Befi, D. (org.) – Fonoaudiologia na atenção primária à saúde. São Paulo, Lovise, 1997 [série atua-lidades em fonoaudiologia vol III]. 5. Bordin, M. C. M. – Gestão Local em Saúde: práticas e reflexões. Por-to Alegre, Dacasa Editora, 2004. 6. Brasil. Constituição da República do Brasil: promulgada em 5 de outu-bro de 1988. Organização do texto, notas remissivas e índices por Juarez de Oliveira. São Paulo, Saraiva, 1988. (Série legislação brasileira). 7. Campos, G.W. de S. – Reforma da Reforma: repensando a saúde. São Paulo, Hucitec, 1992. 8. ______ – Um método para Análise e Co-gestão de Coletivos. São Paulo, Hucitec, 2000. 9. ______ – Saúde Paidéia. São Paulo, Hucitec, 2003. 10. Canguilhem, G. – O Normal e o Patológi-co. 2a ed., Tradução de Maria Thereza Redig de Carvalho Barrocas. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 1982. 11. Carvalho, S. R. – Saúde Coletiva e Promoção da Saúde: sujeito e mudança. São Paulo, Hucitec, 2005. 12. Cecílio, L. C. de O. – Inventando a Mudança na Saúde. São Paulo, Hucitec, 1994. 13. Chun, R. Y. S. – Promoção da Saúde e as Práticas em Fonoaudiologia In: FERREIRA, L. P.; BEFI, D. M. L.; LIMONGI, S. C. O. (Orgs.) Tratado de Fonoaudiologia, São Paulo, Roca, 2004. 14. Czeresnia, D.; Freitas, C. M. (orgs.) – Promoção da Saúde: conceitos, reflexões, tendências. Rio de Janeiro, Fio Cruz, 2003. 15. Drumond, M. Jr. – Epidemiologia nos Municípios Muito Além das Normas. São Paulo, Hucitec, 2003. 16. Feuerwerker, L. – Além do Discurso da Mudança na Educação Médica: processos e resultados. São Paulo, Londrina e Rio de Janeiro, Hucitec, Rede Unida e Associação Brasileira de Educação Médica, 2002. 17. Lefevre, f.; Lefevre, A. M. C. – Promoção de Saúde: a negação da negação. Rio de Janeiro, Vieira & Lent, 2004. 18. Lessa, F. – Fonoaudiologia e Epidemiologia. In: FERREIRA, L. P.; BEFI, D. M. L.; LIMONGI, S. C. O. (Orgs.) Tratado de Fonoaudiologia, São Paulo, Roca, 2004. 19. Merhy,E.E e Onocko, R. – Agir em Saúde: um desafio para o público. São Paulo/Buenos Aires, Hucitec/Lugar Editorial, 1997. 20. Merhy,E.E – Saúde: Cartografia do Trabalho Vivo em Ato. São Paulo, Hucitec, 2002. 21. Merhy,E.E; Magalhães, H. M. Jr.; Rimoli, J.; Franco, T. B. e Bueno, W. S. – O trabalho em Saúde: olhando e experimentando o SUS no cotidiano. São Paulo, Hucitec, 2003. 22. Onocko CR. – O Planejamento no Labirinto: uma viagem herme-nêutica. São Paulo, Hucitec, 2003. 23. Pereira, M. G. – Epidemiologia: teoria e prática. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2001. 24. Pinheiro, R. e Mattos, R. A. (Orgs.) – Cuidado: as fronteiras da integralidade. São Paulo/Rio de Janeiro, Hucitec/ABRASCO, 2004. 25. ______– A construção da Integralidade: cotidia-no, saberes e práticas em saúde. Rio de Janeiro, CEPESC/UERJ, IMS/ABRASCO, 2005. 26. ______– Construção Social da Demanda: direito à saúde, trabalho em equipe, participação e espaços públicos. Rio de Janeiro, CEPESC/UERJ e ABRASCO, 2005. 27. ______- Os sentidos da Integralidade na atenção e no cui-dado à saúde. Rio de Janeiro, CEPESC/UERJ e ABRASCO, 2006. 28. Rosen, G. – Uma História da Saúde
}
Pública. São Paulo/Rio de Janeiro, Hucitec e Ed. da UNESP/ABRASCO, 1994. 29. Santos, G. I. C. L. – Sistema Único de Saúde: Comentários à Lei Orgânica da Saúde (Leis nos 8.080/90 e 8.142/90). São Paulo, Hucitec, 1995. 30. Schraiber, L.B. (org.) – Programação em Saúde Hoje. São Paulo, Hucitec, 1990. 31. Sil-va Jr., A. G. – Modelos Tecnoassistenciais em Saúde: o debate no campo da saúde coletiva. São Paulo, Hu-citec, 1998. 32. Silva, J. A. e Dalmaso, A. S.W. – Agente Comunitário de Saúde: o ser, o saber, o fazer. Rio de Janeiro, Fiocruz, 2002. 33. Sousa, M. F. – Agentes Comunitários de Saúde: choque de povo. São Paulo, Hucitec, 2001. 34. Vasconcelos, E. M. – Educação Popular e a Atenção à Saúde da Família. São Paulo, Hu-citec, 1999. 35. ______ (org) – A saúde nas Palavras e nos Gestos: reflexões da rede educação popular e saúde. São Paulo, Hucitec, 2001.36. Vilaça Mendes, E.V. (org.) – Distrito Sanitário: o processo social de mudanças das práticas sanitárias do sistema único de saúde. São Paulo/Rio de Janeiro, Hucitec/Abrasco, 1993. 37. ______ (org) – A Organização da Saúde no Nível Local. São Paulo, Hucitec, 1998. 13.6 VOZ: 1. Anatomia e Fisiologia do Aparelho Fonador. 2. Avaliação de Voz Clínica. 3. Avaliação de Voz Profissional. 4. Avaliação em Fononcologia. 5. Tratamento em Voz Clínica. 6. Intervenção/Tratamento em Voz Profissional. 7. Tratamento em Fononcologia. 8. Trabalho Interdisciplinar em Voz. 9. Voz e Disfo-nia nos Ciclos de Vida: da Infânica à Senescência. 10. Promoção de Saúde, Qualidade de Vida e Voz. 13.6.1 BIBLIOGRAFIA: 1. Alloza R, Salzstein RBW. Conhecimentos para atuar bem em empresa - Call Center. São Paulo, Pulso, 2003. 2. Behlau, M (org). O Livro do Especialista. Ed. Revinter, vol. I, 2001 e vol II, 2005. 3. Boone D, Mc; Farlanes. A voz e a terapia vocal. Porto Alegre, Artes Médicas, 1994. 4. Dedivitis RA, Barros, APB. Métodos de Avaliação e Diagnóstico de Laringe e Voz. São Paulo, Lovise, 2002. 5. Fer-reira LP, Andrada e Silva MA. (org). Saúde Vocal: práticas fonoaudiológicas. São Paulo, ROCA, 2002. 6. Ferreira LP, Befi-Lopes DM, Limongi SCO. Tratado de Fonoaudiologia. São Paulo, ROCA, 2004, com destaque para os seguintes capítulos: Capítulo 1. PINHO SMR - Fisiologia da Fonação. Capítulo 2. OLIVEIRA IB – Avaliação Fonoaudiológica da Voz: Reflexões sobre Condutas, com Enfoques à Voz Pro-fissional. Capítulo 3. CAMARGO ZA, MADUREIRA S – Análise Acústica: Revisão de Estudos no Campo das Disfonias. Capítulo 4. AZEVEDO R – Procedimentos Terapêuticos nas Disfonias – Enfoque Fisiológi-co. Capítulo 5. BEHLAU M – Técnicas Vocais. Capítulo 7. ANGELIS EC – Voz nos Distúrbios Neuroló-gicos. Capítulo 9. NEMR K, LEHN C – Voz em Câncer de Cabeça e Pescoço. Capítulo 10. SERVILHA EAM – Voz na Infância. Capítulo 11. BRASOLOTTO AG – Voz na Terceira Idade. Capítulo 12. FERREIRA LP – Acessoria Fonoaudiológica aos Profissionais da Voz. Capítulo 13. KYRILLOS LCR – Voz na Mídia (Televisão e Rádio). Capítulo 14. GAYOTTO LHC – Fonoaudiologia no Teatro: Estados da Voz. Capítulo 15. ALGODOAL J, ALLOZA RG – Voz na Empresa. Capítulo 16. ANDRADA E SILVA MA, DUPRAT AC – Voz Cantada. 7. Ferreira LP, Costa H (org). Voz Ativa - falando sobre o profissional da voz. São Paulo, ROCA, 2000. 8. Guberfain, JC (org). Voz em Cena. Vol I, 2004 e Vol II, 2005. Rio de Janeiro, Revinter. 9. Kyrillos, L. (org). Expressividade: da teoria à prática. Rio de Janeiro, Revinter, 2005. 10. Pinho SMR, Tsuji DH, Bohadana SC. Fundamentos em laringologia e voz, Rio de Janeiro, Revinter, 2006. Brasília, 04 de outubro de 2006 Maria Thereza Carneiro de Mendonça Rezende Presidente do Conselho Federal de Fonoaudiologia

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