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01/11/2005 14:29

CNA quer linha de crédito para pecuarista comprar vacina

Famasul

O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antônio Ernesto de Salvo, defendeu hoje que o governo federal crie uma linha de crédito emergencial no valor de R$ 100 milhões para que os pecuaristas do Mato Grosso do Sul possam comprar vacinas contra febre aftosa. O valor, calculou ele, representaria R$ 4,00 por animal para o rebanho de 25 milhões de cabeças de Mato Grosso do Sul.

Na última sexta-feira, o governo liberou, por meio da Medida Provisória 265, R$ 33 milhões para indenizar os pecuaristas que tiveram seus animais abatidos para conter o foco da doença. Essa liberação também prevê ações de apoio à população residente em áreas afetadas pela doença (R$ 6 milhões). Os recursos poderão ser usados no Mato Grosso do Sul e também no Paraná, caso sejam confirmados casos da doença no rebanho paranaense.

Estimativas do Ministério da Agricultura indicam rebanho bovino de 197,878 milhões de cabeças. Para o presidente da CNA, não é aconselhável cortar o crédito destinado ao setor justamente na época em que os pecuaristas têm uma despesa obrigatória com a compra de vacinas. O presidente da Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul), Leôncio do Souza Brito Filho, explicou que o Banco do Brasil bloqueou todas as linhas de crédito oferecidas aos pecuaristas do Mato Grosso do Sul, entre elas, as linhas do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) para investimentos em pastagens. "De acordo com o Banco do Brasil, o bloqueio é para evitar que os pecuaristas locais fiquem ainda mais endividados", comentou.

De Salvo explicou que é no início de novembro, na entrada da estação das chuvas, que os produtores de Mato Grosso do Sul iniciam a vacinação do gado. Este ano, no entanto, os pecuaristas estão sem renda devido à impossibilidade de comercializar sua produção. "Os pecuaristas de Mato Grosso do Sul não estão conseguindo vender seus bois, nem sua produção de leite, o que lhes deixa sem renda e sem recursos para adquirir as vacinas", explicou.

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