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16/03/2015 09:21

Cinco mortos em atropelamento na MS-430 são sepultados nessa manhã

Campo Grande News

Cinco pessoas mortas em atropelamento na MS-430, ontem (15), estão sendo veladas e os sepultamentos estão previstos para essa manhã. O velório ocorre no CCTA (Centro Cultural de Tradição e Amizade), de São Gabriel do Oeste, a 140 quilômetros de Campo Grande. As pessoas se arriscavam dançando no meio da pista, no local conhecido como luau, quando uma caminhonete Hillux atropelou o grupo.

Segundo o jornal Idest, serão realizados de forma alternada, os sepultamentos de Manoel Rodrigues Martins, de 28 anos, Dinei Lopes de Paula, de 26 anos, Ana Paula Vilela de Souza, de 18 anos, Camila Agostini, de 24 anos e Suzana Correia da Silva, de 43 anos.

Já Cleverson Arruda de Freitas, 27 anos, que dirigia um Palio que também se envolveu no acidente será velado em Rio Verde de Mato Grosso.

O delegado Fábio Magalhães ouviu todas as testemunhas antes da liberação dos corpos para o IML (Instituto Médico Legal), em Coxim, ontem a tarde. Durante a noite, eles foram levados, novamente, a São Gabriel do Oeste.

Outras oito pessoas foram internadas no hospital de São Gabriel, mas já tiveram alta. Apenas um foi encaminhado para Santa Casa de Campo Grande, em estado grave. O prefeito do município, Adão Rolim (PSD) decretou luto oficial por três dias devido a tragédia.

O motorista da Hillux, o pecuarista Olavo de Oliveira, 59 anos, prestou depoimento ontem e foi liberado. Ele contou que quando avistou o grupo não teve tempo de desviar o veículo e após o atropelamento também colidiu com um Fiesta e um Palio, dirigido por Cleverson.

De acordo com o delegado Fábio Magalhães, Olavo passou pelo teste do bafômetro e nada foi acusado, porém, há suspeitas de que ele estava em alta velocidade. No trecho da pista onde ocorreu o atropelamento o limite de velocidade é de 60 Km/h, já que se trata de uma curva.

Segundo a Polícia Militar, a prática de festas à beira da MS-430 é comum, gerando muitas reclamações dos fazendeiros. A PM garante que sempre procura orientar e alertar os jovens, mas fica difícil o monitoramento já que os grupos sempre mudam a festa de local. Conforme os policiais o consumo de álcool e drogas é comum nesse tipo de festa

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