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31/10/2005 13:20

Chuvas de outubro superam média histórica em 81%

Fernanda Mathias / Campo Grande News

O mês de outubro foi o mais chuvoso deste ano em Mato Grosso do Sul com 243,5 milímetros até o momento, o que significa aumento de 81,4% em relação à média histórica do mês, de 134,2 milímetros. Até agora foram registradas entradas de oito frentes frias no Estado, quando a média anterior a este mês era de duas, segundo o meteorologista do Centro de Monitoramento do Tempo, Natálio Abrão.

As chuvas contemplaram quase todas as regiões de Mato Grosso do Sul, com exceção Oeste, onde estão municípios como Corumbá, Miranda e Aquidauana. De acordo com Natálio, enquanto cidades como Coxim, tiveram mais de 200 milímetros de chuva este mês, em Corumbá foram apenas 36,5 milímetros. Lá o Rio Paraguai está abaixo do nível, interferindo até na navegação.

A tendência para este ano é que os meses de novembro e dezembro mantenham nível de chuva acima da média histórica.

Embora mais abundantes, as chuvas ainda não compensam a estiagem enfrentada no Estado, especialmente nos primeiros meses do ano, em pleno verão, e assim a média mensal de chuvas caiu 10% comparado à histórica. São 1,1 mil milímetros de janeiro a outubro, considerando valores coletados pela Embrapa Gado de Corte, quando a média histórica é de 1,5 mil nos 12 meses do ano. Comparado ao ano passado, porém, o cenário é mais otimista: houve aumento de 36% considerando o período de janeiro a outubro dos dois anos.

Nos bairros dotados de menos infra-estrutura, os efeitos de pancadas de chuvas são devastadores. No Jardim Amapá, por exemplo, as águas abriram erosões e provocaram queda de postes de energia elétrica na semana retrasada.

O aumento do índice pluviométrico teve reflexo rápido no que diz respeito às queimadas. Conforme dados captados pelos satélites do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis), o número de focos de calor diário, na média, caiu em 64%, de 45,6 em setembro a 16,5 até o dia 26 último. Por outro lado as chuvas colocam a saúde em alerta para a proliferação do mosquito da dengue, que usa água limpa para se procriar. Outro problema que surge é o da ferrugem da soja, embora as águas sejam bastante importantes para evolução das culturas. A recomendação da Seprotur (Secretaria Estadual de Produção e Turismo) é que os produtores tenham cuidados redobrados no monitoramento das lavouras.

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