Cassilândia, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

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24/11/2015 14:03

Chuva histórica alaga 500 casas em cidade atingida por temporal

Mariana Rodrigues, Campo Grande News
Os estragos estão sendo contabilizados pela Prefeitura e Defesa Civil. (Foto: Vilson Nascimento/ A Gazeta News) Os estragos estão sendo contabilizados pela Prefeitura e Defesa Civil. (Foto: Vilson Nascimento/ A Gazeta News)Os estragos estão sendo contabilizados pela Prefeitura e Defesa Civil. (Foto: Vilson Nascimento/ A Gazeta News) Os estragos estão sendo contabilizados pela Prefeitura e Defesa Civil. (Foto: Vilson Nascimento/ A Gazeta News)

Após ser atingida por um "tornado", a cidade de Amambai, distante 360 km de Campo Grande, teve 500 casas alagadas e os estragos podem ser maior, já que as chuvas continuam no município, só nesta manhã já choveu 77,8mm (milímetros), sendo que o histórico do mês é de 186,8 mm.

De acordo com o coordenador municipal da Defesa Civil, Ivo Alves, as casas foram afetadas devido as grande enxurradas. Um dos bairros mais populosos, a Vila Cristina, foi o mais prejudicado, além do comércio da região central. "Estamos contando com equipamentos para drenar a água que entrou nessas casas e no comércio", diz.

Ainda conforme informações de Ivo, parte da cidade está sem energia elétrica devido aos estragos causados pelo temporal de ontem (23), mas os prejuízos ainda estão sendo contabilizados pela defesa civil que devem ter o resultado na tarde de hoje. "Já tem uma equipe no local, mas como o acesso está difícil devido as árvores e postes que caíram, ainda não conseguimos contabilizar os prejuízos, mas não vamos decretar situação de emergência", afirma.


Além da defesa civil, a assessoria da prefeitura de Amambai informou que o prefeito Sergio Diozébio Barbosa, também está nos locais afetados pelas chuvas para avaliar os danos e estragos e fazer o levantamento.

De acordo com a meteorologista do Cemtec (Centro de Monitoramento de Tempo, do Clima e dos Recursos Hídricos de Mato Grosso do Sul), o acumulado de chuva para o mês de novembro é de 243,6 mm, isso representa que já choveu 30,4% acima do valor histórico no município. Segundo Cátia, as chuvas que atingem a região sul do estado são por conta do fenômeno meteorológico El Niño.

"Além de estarmos em período chuvoso, nós temos que levar em consideração que este ano o El Niño é considerado mais forte que nos últimos tempos", acrescenta. Sobre a tempestade de ontem, a meteorologista não afirmou que se trata de um tornado devido a estação meteorológica não ter registrado a velocidade dos ventos.


Estradas- No tercho que dá acesso a aldeia indígena que fica a 300 km de Amambai, a via ficou alagada e em alguns pontos o trafego de veículos ficou impossível. De acordo com um leitor do Campo Grande News, há anos, os moradores da área rural da região estão encontrando problemas nesta estrada.

O local se mostra prejudicial tanto para os moradores da área rural, quanto para os estudantes e indígenas, e professores que ministram suas aulas nas escolas indígenas municipais e estaduais, já que ônibus escolares e veículos de passeio já ficaram atolados.

Segundo informações de um leitor do Campo Grande News, a prefeitura Municipal, anualmente, realiza alguns reparos no percurso, mas após as chuvas a situação só piora.

De acordo com a equipe do Corpo de Bombeiros, devido a uma árvore que caiu no meio da pista da rodovia MS-156, a via chegou a ficar interditada por duas horas na manhã de ontem. Hoje o tráfego no local já está normalizado.


Tornado -Os ventos circulares semelhante a um tornado, atingiram uma faixa de aproximadamente dois quilômetros de largura e passou a cerca de 11 quilômetros da cidade de Amambai na manhã de segunda-feira. Acompanhada de ventos fortes, a chuva provocou muitos estragos e prejuízos, tanto na zona urbana, quando rural.

A tempestade derrubou árvores, destelhou casas e currais, na Fazenda Santa Rita a força do vento, arrebentou a fiação da rede de alta tensão que caiu sobre o rebanho, matando na hora, eletrocutadas, 15 vacas da raça nelore. Na MS-156 entre Amambai e Tacuru, pelo menos quinze postes de concreto de sustentação da rede elétrica acabaram caindo. Um pé eucalipto caiu sobre o alojamento da PRE (Polícia Militar Estadual), destruindo a caixa d'água e afetando a estrutura da edificação.

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