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03/12/2004 12:41

China comprará mais 3 toneladas de minério e soja de MS

Fernanda Mathias / Campo Grande News

A empresa chinesa Xinwen Mining Group, mineradora que integra o conglomerado de seis indústrias presidido pelo megaempresário Ge Mao Xin, deve importar pela Hidrovia do Paraguai, a partir de 2005, dois milhões de toneladas/ano de minérios extraídos das jazidas de Corumbá. O grupo também poderá adquirir até um milhão de tonelada de soja produzida em Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Bolívia, segundo informações do governo.
Durante dois dias uma missão coordenada pelo próprio Ge Mao Xin visitou mineradoras, portos e operadores da hidrovia da região, estudando o potencial das jazidas e a qualidade do minério e analisando a logística de transportes, que é uma das preocupações centrais do grupo para formalizar as importações. O interesse pelo minério do Morro de Urucum é resultado da recente vinda ao Brasil do presidente da China, Hu Jintao , a convite do presidente Luís Inácio Lula da Silva. Ge Mao Xin está pesquisando o mercado brasileiro em busca de matéria-prima para suprir necessidades imediatas, quanto a preços e condições de transporte, e já visitou outros estados produtores de soja, como Paraná e Rio Grande do Sul.
As perspectivas de comércio com Mato Grosso do Sul são otimistas, segundo Augusto Myung Ho Kwon, da Fidebras, empresa com sede em São Paulo que está dando consultoria empresarial ao grupo chinês. O grupo é formado por indústrias de elétrica, cimento, carvão mineral, papel, minério e óleo de soja, com faturamento anual de U$ 1,5 bilhão (cerca de R$ 4,1 bilhões na cotação oficial de hoje). Localizado na Península de Schang-Dong, na Costa Leste da China e entre Xangai e Pequim, o conglomerado emprega 112 mil trabalhadores. Somente a indústria de soja esmaga um milhão de toneladas/ano. Ge Mao Xin Ahipar (Administração da Hidrovia do Paraguai), empresa do Ministério dos Transportes com sede em Corumbá, onde foi recebido pelo superintendente Fermiano Yarzon.
“O foco chinês a nossa matéria-prima, sobretudo o minério e a soja, reflete a política de integração comercial que o Brasil e Mato Grosso do Sul vêm promovendo com os países da Europa e da Ásia”, destacou o superintendente da Ahipar. Para ele, o aumento das exportações vai incrementar a navegação comercial e viabilizará portos estratégicos, como os de Ladário e de Porto Murtinho. Yarzon também detalhou ao chinês a ferrovia, outra alternativa de transporte.

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