Cassilândia, Sábado, 25 de Maio de 2019

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04/04/2019 14:00

Chapadão do Sul tem maior quantidade de focos de casos de ferrugem

Entretanto, frente a safra anterior, 2017/2018, quando foram 114 ocorrências nas lavouras sul-mato-grossenses, houve neste ciclo uma redução de 52,6%.

G1MS

Mato Grosso do Sul encerrou a safra 2018/2019 de soja com o terceiro maior número de casos de ferrugem asiática do país, com 54 ocorrências. Segundo dados tabulados pelo G1 do Consórcio Antiferrugem – a parceria público-privada que atua no combate a doença, somente o Paraná, com 58 registros e o Rio Grande do Sul, com 127, contabilizaram uma quantidade maior de focos nesta temporada.

Entretanto, frente a safra anterior, 2017/2018, quando foram 114 ocorrências nas lavouras sul-mato-grossenses, houve neste ciclo uma redução de 52,6%.

Além de Mato Grosso do Sul estar entre os que mais registraram casos, Chapadão do Sul, no nordeste do estado, foi o município com a maior quantidade de focos do Brasil nesta safra, 32. Outra cidade sul-mato-grossense, Maracaju, também aparece entre as cinco com maior incidência, justamente na quinta posição, com 8 casos. Entre os dois municípios sul-mato-grossense estão três cidades gaúchas: Lagoa Vermelha, em segundo, com 12; Muitos Capões, em terceiro, com 10 e Ibiruba, em quarto, com 9.

Neste ciclo, Mato Grosso do Sul registra casos da ferrugem em 13 municípios:

Chapadão do Sul: 32
Maracaju: 8
Laguna Carapã: 3
Sidrolândia: 2
Amambai: 1
Antonio João: 1
Bonito: 1
Caarapó: 1
Campo Grande: 1
Dourados: 1
Jateí: 1
São Gabriel do Oeste: 1
Sonora: 1

O que é a ferrugem asiática
De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a ferrugem é considerada uma das doenças mais severas que incidem na cultura e pode ocorrer em qualquer estádio fenológico da cultura.

Plantas infectadas apresentam desfolha precoce, comprometendo a formação e o enchimento de vagens, reduzindo o peso final dos grãos. Nas diversas regiões geográficas onde a ferrugem asiática foi relatada em níveis epidêmicos, os danos variam de 10% a 90% da produção.

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