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29/05/2012 07:52

Cartilha do Itamaraty mostra dificuldades encontradas por brasileiros no exterior

Renata Giraldi, Agência Brasil

Brasília – As histórias que cercam os brasileiros que vão para o exterior tentar a sorte nem sempre são felizes. Na cartilha Orientações para o Trabalho no Exterior, o Ministério das Relações Exteriores reuniu algumas situações consideradas comuns envolvendo jogadores de futebol na Armênia, China, em Cingapura, na Grécia, Índia, Indonésia, no Irã e na Tailândia, além de casos de modelos nas Filipinas e de dançarinas na Turquia, entre outros exemplos.

Na Índia, são frequentes as denúncias de modelos e jogadores de futebol que reclamam de alojamentos inadequados e problemas para o recebimento de salários. Na Indonésia, os atletas reclamam que seus passaportes são retidos pelos empresários e agentes, dificultando o trânsito e o retorno para o Brasil.

No Irã, os jogadores de futebol enfrentam a decepção com a descoberta de que foram contratados por clubes em situação financeira precária, acarretando dificuldades no pagamento de salários, por exemplo. O Itamaraty alerta para que os profissionais busquem informações precisas sobre os clubes que os contratam antes de seguir viagem para o Irã.

Na Malásia, as dificuldades estão associadas ao fato de a maioria dos profissionais ter visto de turismo – que permite a permanência de apenas 90 dias no país – provocando dependência direta de seus empregadores. No país, há elevado número de churrasqueiros profissionais contratados para trabalhar em restaurantes e hotéis. O problema com a falta de domínio do idioma é outra dificuldade.

Os problemas na Tailândia envolvem, em geral, jogadores de futebol, modelos e manequins. As queixas registradas pelo Itamaraty são de retenção de passaportes, que deixam o brasileiro nas mãos do contratante estrangeiro, e o pagamento destinado à emissão de documentos a supostos intermediários que desaparecem com o dinheiro.

Na Turquia, há relatos de dificuldades envolvendo brasileiras que buscam atuar como dançarinas profissionais. Recrutadas no Brasil, elas viajam para a Turquia sem visto de trabalho e ficam em situação irregular e expostas à deportação. Em geral, se queixam de serem obrigadas a se prostituir.

Edição: Graça Adjuto

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