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19/09/2006 13:45

Capital recebe R$ 1,3 milhão para combater leishmaniose

Fernanda Mathias e Aline Santos / Campo Grande News


Campo Grande recebeu R$ 1,3 milhão em recursos suplementares para combater a leishmaniose, doença que está tirando a tranquilidada de autoridades públicas de saúde em todo o Estado. Já são 17 mortos desde o início do ano, segundo a SES (Secretaria de Estado de Saúde) e cerca de 160 casos confirmados.

A prefeitura da Capital, onde estão registrados seis óbitos, vai pleitear mais R$ 400 mil para ampliar o CCZ (Centro de Controle de Zoonozes), responsável por combater a doença a campo. Os recursos já estão sendo usados para ações de coleta de amostra sanguínea de cães para exame, pesquisas e contratação de mais 200 a 250 agentes de saúde voltados para os trabalhos de prevenção à leishmaniose, segundo o diretor-executivo da Sesau (Secretaria Municipal de Saúde), Salim Cheade.

Esta manhã o ministro da Saúde, Agenor Alvarez, em visita ao Estado, disse que a situação em relação à leishmaniose, é atípica. Ele defende a soma de esforços no sentido de descobrir a razão de os casos terem aumentado. O secretário municipal de Saúde, Luiz Henrique Mandetta, tem falado que o desequilíbrio ecológico, causado por desmatamentos, urbanizou o mosquito, um dos fatores que tornava previsível o maior número de casos da doença.

O prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho (PMDB), ressaltou a importância de a comunidade aderir ao combate à doença, transmitida pelo mosquito flebótimo e que tem o cão como seu hospedeiro. Ele contou que tinha dois cães da raça poodle e que um deles teve de ser sacrificado por estar portando a doença. O tratamento do animal doente não é recomendado, já que o animal continua hospedeiro, e é considerado ilegal, porque os medicamentos hoje fornecidos pelo governo são destinados exclusivamente para humanos.

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