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06/06/2020 18:00

Campanha Junho Lilás destaca importância do teste do pezinho

No Dia Nacional do Teste do Pezinho, 6 de junho, Governo de Goiás reforça a recomendação para que o exame continue durante a pandemia da Covid-19

Governo de Goiás
Campanha Junho Lilás destaca importância do teste do pezinho

O dia 6 de junho é celebrado em todo o País como o Dia Nacional do Teste do Pezinho. A data, instituída em 2001 pelo Ministério da Saúde (MS), visa chamar a atenção da população sobre a necessidade de realização desse exame simples, porém fundamental para a constatação precoce de doenças raras nos recém-nascidos. Em alusão à data, este mês é lembrado como Junho Lilás.

Neste período de pandemia da doença causada pelo coronavírus 2019 (Covid-19), o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO), reforça a importância de a coleta do material para a realização do teste do pezinho ser feita, preferencialmente, nas maternidades e hospitais públicos, particulares e filantrópicos onde ocorrer o nascimento do bebê, entre o segundo e o quinto dia, antes da alta hospitalar.

Essa recomendação está prevista na Portaria 526/2020, editada pela SES-GO e publicada no Diário Oficial do Estado de Goiás no dia 2 de abril deste ano. Antes da pandemia, a coleta do sangue no pezinho do recém-nascido era feita, também, nas cerca de 1,7 mil unidades básicas de saúde localizadas nos 246 municípios goianos. A coordenadora estadual de Triagem Neonatal e Doenças Raras da SES-GO, Eliane Pereira dos Santos, informa que a edição da portaria visa evitar que a mãe, acompanhantes e a criança vão até um posto de saúde dias após saírem da internação pós-parto. “Devemos adotar todos os cuidados para prevenir uma provável contaminação pelo novo coronavírus", orienta.

Baixa procura

Quando a Portaria foi editada, os profissionais de saúde e as mães dos recém-nascidos atenderam à determinação. Em abril, por exemplo, foram feitos aproximadamente 7.000 coletas nas maternidades e hospitais localizados em todo o território goiano. Em maio, o quantitativo de coletas nas unidades em que o bebê nasceu caiu para 5.800. Eliane Pereira dos Santos destaca que a coleta nos hospitais e maternidades tem o mérito de garantir a realização do exame em 100% dos recém-nascidos.

O documento prevê que, nos casos de impossibilidade de a coleta do sangue no pé da criança ser realizada antes da alta hospitalar e, tratando-se de usuário do Sistema Único de Saúde (SUS), o procedimento será mantido nas unidades básicas de saúde, preferencialmente de forma domiciliar ou por meio do agendamento prévio por telefone. Deve ser respeitado o prazo ideal para a coleta, entre o segundo e o quinto dia de vida do bebê. Da mesma forma, os laboratórios privados devem manter a coleta e realização do exame, dando preferência à coleta domiciliar ou agendamento, respeitando as estratégias para diminuição do contágio da Covid-19 e o prazo ideal para a realização do teste do pezinho.

Direito da criança

O teste do pezinho é capaz de detectar precocemente seis doenças genéticas, todas de natureza grave. O exame constitui um direito do bebê previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). "Esse exame é importante pois detecta doenças antes dos sintomas clínicos aparecerem. Com o diagnóstico, tem início o tratamento precoce", explica Eliane Pereira Santos.

Em Goiás, depois da coleta, todos os cartões com as amostras de sangue desidratado são encaminhados em envelopes franqueados para o Laboratório Especializado de Triagem Neonatal da Associação de Pais e Amigos de Excepcionais (Apae), em Anápolis. A entidade, cadastrada pelo Ministério da Saúde em Goiás, é dotada de equipamentos de última geração e também habilitada pelo Governo de Goiás, por meio da SES-GO, como referência estadual para a realização do exame.

Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

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