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19/03/2004 10:36

Caminhoneiros se negam a deixar porto até negociar frete

Fernanda Mathias / Campo Grande News

O caos que se instalou no porto de Paranaguá, no Paraná, parece não ter fim. Começou com o veto de exportação de soja transgênica, no fim do ano passado, na sexta-feira última as chuvas formaram um congestionamento quilométrico para desembarque e esta semana milhares de caminhões estão parados por conta do acúmulo com a greve dos fiscais agropecuários federais. Hoje são os estivadores do porto que ameaçam cruzar os braços e os caminhoneiros que conseguiram entrar na área denominada “chiqueirão”, onde é feito o registro de entrada da mercadoria, se negam a deixar o local antes de negociar os prejuízos de lucro cessante de frete, calculados em R$ 1 mil ao dia, por veículo, segundo Roberto Sinai, do Sindcargas (Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Mato Grosso do Sul). “Ninguém entra e ninguém sai do chiqueirão. Tem pelo menos mil caminhoneiros lá”, afirma. Só de Mato Grosso do Sul são em torno de 200 dos quatro mil caminhoneiros que estão na fila de mais de 50 quilômetros até o porto. “As empresas e a direção do porto vão ter que apontar quem vai cobrir esse prejuízo de diárias. Não podemos pagar pelos desacordos entre governo e trabalhadores”, diz Sinai.

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