Cassilândia, Domingo, 22 de Janeiro de 2017

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23/10/2015 11:08

Cai a máscara do CIMI na CPI

Manoel Afonso
Cai a máscara do CIMI na CPI

GRAVE De um lado o povo ignora os reais interesses envolvendo a questão indígena no país. De outro, há uma grande estrutura logística de apoio internacional, representada por ONGs e fundações, dentre elas o CIMI ligado à Igreja Católica, via CNBB.

O INÍCIO: Finda a 2ª. Guerra, oligarcas do Establishment anglo-americano, de olho na hegemonia econômica global, usaram o Conselho Mundial de Igrejas (Holanda) para invadir a soberania de países ‘em defesa dos recursos naturais da humanidade’.

A INGLATERRA ganhara a guerra, mas perdera seu vasto império; com os Estados Unidos planejou uma nova ‘ordem mundial’ através do CMI e CIA inclusive, através do ‘ecumenismo’ como um instrumento político de intervenção além fronteiras.

NO BRASIL o então Conselho Missionário Indigenista passou a ser influenciado pela Teoria da Libertação, rompendo com visão paroquial em 1974. Com a Constituição de 1988 radicalizou na defesa de sua visão sobre a demarcação das terras indígenas.

O CIMI é parte de enorme conjunto de ONGs indigenistas e ambientalistas de todo o mundo, recebendo dinheiro de famílias e fundações do Hemisfério Norte, interessados em manter intocáveis as nossas reservas numa política neo-colonianista.

NO BRASIL temos 793 mil kms quadrados (França e Inglaterra) para 240 mil índios. Como disse o jurista Clovis Ramalhete: “ Por efeito da Constituição nossa Federação está esquartejada. Estados são mutilados por portaria. E o lavrador sem terra?”

O CENÁRIO atual em nosso Estado é fruto deste conjunto de distorções da lei e da má vontade do Governo Federal. Aliás, é injustificável o histerismo de alguns segmentos católicos locais quando se fala da participação do CIMI na questão indígena.

O MATERIAL exibido e as provas produzidas na audiência pública da CPI da AL. não deixam dúvidas. Os deputados Onevan de Matos e Paulo Correa estão convencidos da influência e manipulação de elementos do CIMI no episódio da ‘Buritis’.

A ESTRATÉGIA Na última sessão do Legislativo Estadual cartazes pediam o boicote mundial ao biodiesel, carne, álcool e soja produzidos aqui, sob o argumento de que são manchados de sangue indígena. Um tiro no pé da nossa economia agrícola.

OS PETISTAS precisam sair da ‘casinha de ingenuidade’ e admitir má vontade do Planalto. Aliás, nota 10 para o deputado Paulo Correa ao sugerir um fundo para comprar terras com o dinheiro da dívida que pagamos (R$100 milhões) mensais à União.

SABEDORIA Há que se tirar o chapéu para o deputado Zé Teixeira. Mesmo sofrendo com o desgastante episódio, mantém o equilíbrio. E mais: tem dado apoio à deputada Mara Caseiro, que conduz bem a CPI que apura as ações insufladoras do CIMI.

O LEITOR precisa entender: esse plano internacional usa os índios para dividir o país para enfraquecer nossa soberania. Lembro do projeto da construção da ‘grande nação guarani’, com terras do Brasil, Paraguai e Argentina. Quem viver, verá!

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MEMÓRIA Poucos sabem: o último presidente da Assembleia Legislativa do Mato Grosso Uno foi Cleomenes N. da Rocha. Foi só por 30 dias, em substituição a Paulo Saldanha, que renunciou para assumir como deputado estadual no MS.

CAFÉ AMIGO Equilibrado e sem tentar reinventar a roda. Essa talvez seja a melhor definição para o secretário Carlos Alberto de Assis – após agradável papo na Secretaria da Administração. “Em primeiro lugar, o projeto do governo”, disse ele.

BARBARIDADE A notícia de que os prefeitos apoiam a volta da CPMF é mais uma prova de que eles não estão preocupados com o bolso do contribuinte. Olham apenas seus projetos pessoais, como a maioria dos ilustres ‘representantes do povo’.

SEM ILUSÕES O país parou. As obras abandonadas pelo poder público causam prejuízos. No MS há o caso emblemático da Petrobras em Três Lagoas. E pergunto: sediar as Olimpíadas era mesmo prioridade num país sem hospitais e segurança?

PLEASE É preciso avisar o deputado cabo Almi sobre as obrigações institucionais da União – em matéria de segurança nas regiões de fronteira. Aqui no MS é público que o Governo Federal é o grande ausente no combate ao crescente crime organizado.

O MINISTRO da Justiça adora ‘jogar para a torcida’, dizendo que o Governo não vai tolerar os desafios do crime organizado no Rio, devido as Olimpíadas. Mas sem investir em homens, armas e tecnologia em nossa fronteira, essa zorra continuará.

É MOLE? Em Cassilândia o ex-prefeito Jair adotou tática que deve ser copiada por outros pretendentes às eleições de 2016. Semanalmente na condição de visita almoça na casa de um eleitor. E também faz as vezes de anfitrião com idêntico objetivo.

A LUTA O ex-deputado Valdomiro Gonçalves passou em São Paulo por delicada, mas bem sucedida cirurgia a laser no combate a um câncer de garganta. Apesar dos meses de sofrimento, o amigo não perde o otimismo e seu sorriso simbolizando a fé.

O QUADRO nacional preocupa pela junção das crises política e econômica. Para o governo é fácil falar em CPMF e mais impostos. Mas Dilma fez o dever de casa? A gastança continua. O anúncio de cortes era fantasia petista para acalmar a torcida.

CAPITAL O povo optou por mudanças e o Bernal não sai do lugar; sem equipe e sem projeto de governo. Só falácia. É apenas a continuação de suas passagens pífias pela Câmara Municipal e Assembleia Legislativa. É mais um caso para Freud explicar.

“Ao contrário do que os brasileiros pensam, a Amazônia não é deles, mas de todos nós.” ( Al Gore – ex-vice presidente dos EUA)

 

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