Cassilândia, Domingo, 22 de Outubro de 2017

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15/05/2017 10:23

Boletim de ocorrência sobre assassinato ocorrido na Água Limpa em Cassilândia

Redação
Local do crime fica a 18 quilômetros do Indaiá do SulLocal do crime fica a 18 quilômetros do Indaiá do Sul

Valdir Alves de Assis, 67 anos, foi morto na manhã de ontem (14) em uma fazenda localizada na Água Limpa a 19 quilômetros do Indaiá em Cassilândia (MS). Os suspeitos pelo crime são R. C. G., 33 anos, e seu pai L. G., 58 anos.

Conforme boletim de ocorrência, chegou ao conhecimento do Plantão da Polícia Civil, por meio da Guarnição da Polícia Militar, que esta Guarnição recebeu uma ligação da PM de Chapadão do Sul, informando que o 190 daquela PM recebeu uma ligação de R. C. G., informando que seu pai L. G. havia matado um senhor na fazenda.

Fato inicialmente narrado por um dos suspeitos - R. C. G. disse que Valdir havia entrado na residência da fazenda, ameaçado o seu pai, e este, para se defender, acabou o matando.

Início das investigações - Após a chegada da Perícia Criminal de Paranaíba e da Funerária, a Equipe Policial deslocou-se para o local dos fatos (IPJ Wesley, IPJ Maidana, Delegado Rodrigo de Freitas e Sub Tenente da Polícia Militar Marson). Ao chegar no local, a Equipe Policial já localizou o corpo do senhor Valdir Alves de Assis estendido sobre o solo próximo ao veículo caminhonete da cor branca, de frente à porteira da fazenda na região da Água Limpa.

R. C. G. aproximou-se da equipe Policial, e começou a explicar o fato ocorrido, no entanto, os policiais notaram o nervosismo dele e algumas contradições.

A equipe Policial sabia que no local existiam outras testemunhas dos fatos. R. C. G. informou que a Polícia poderia ir atrás das testemunhas que elas iriam confirmar o que ele estava falando.

Testemunhas - As Testemunhas W. B. de O., que foi com a vítima fatal na fazenda, e A. A. A. S., que havia almoçado na casa de R. C. G., compareceram no local e relataram o ocorrido. As testemunhas disseram que o senhor Valdir foi na residência para saber porque L. havia se queixado dele ter jogado os arames no corredor da fazenda. Após alguns minutos de conversa, sem nenhuma discussão ríspida, a vítima fatal apontou o dedo para L. e disse somente: "Tudo bem a gente se encontra no corredor algum dia".

Após dizer essas palavras, R. foi para dentro da residência e veio com uma arma de fogo tipo espingarda, dizendo: "Você está ameaçando meu pai", e efetuou dois disparos na direção da vítima, que aparentemente não acertou.

A vítima fatal correu em direção de seu veículo que estava na frente da porteira, mais ou menos uns 100 metros da casa da fazenda. Ao mesmo tempo L. foi na outra casa da fazenda, e pegou outra arma de fogo, tipo espingarda e saiu correndo em direção de Valdir.

Valdir entrou em seu veículo, mas não conseguiu ligá-lo, e com a aproximação de L., Valdir desceu do veículo pela porta do passageiro. L. rodeou a caminhonete apontado a arma de fogo. A vítima fatal, para fugir, abaixou-se rodeando da mesma forma.

No entanto, R. foi por trás da vítima fatal e efetuou dois disparos que aparentemente acertaram as costas.

A vítima fatal caiu sobre o solo em decúbito lateral.

Ainda, segundo a Polícia, L. rodeou o veículo e, covardemente, efetuou um disparo aparentemente com o cano da arma de fogo encostada na cabeça da vítima. R. gritava: "Mata ele pai, mata ele pai, acaba com ele de uma vez".

Diante das narrativas das testemunhas e contradições de R., a equipe policial deu voz de prisão a R.

Confissão - Em seguida, R. confessou o fato ocorrido de acordo com a narrativa das testemunhas. Ele não sabia o paradeiro de seu pai, que havia fugido.

As armas de fogo foram jogados no rio. Foi realizada a perícia no local do crime e ainda a reconstituição dos fatos.

As informações são da Polícia Civil de Cassilândia. 

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