Cassilândia, Terça-feira, 06 de Dezembro de 2016

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13/02/2006 18:10

BB fiscaliza 644 milhões de operações financeiras mês

Agência Câmara

O gerente-geral da Unidade de Gestão e Segurança (UGS) do Banco do Brasil, Edson Araújo Lobo, disse que atualmente, no BB, são checados por mês 644 milhões de operações financeiras, em fiscalização relativa a lavagem de dinheiro. Lobo explicou que mais de 78 mil funcionários do BB – pouco mais de 90% do total – já foram treinados em prevenção e combate à lavagem de dinheiro (PCLD). Esse curso, segundo ele, é obrigatório para todo bancário que ingressa na instituição, além de representar requisito essencial para concorrer a cargos comissionados.
Lobo participa, como convidado, de reunião da Sub-Relatoria de Normas de Combate à Corrupção da CPMI dos Correios.
A finalidade da PCLD é aperfeiçoar a identificação dos clientes e das movimentações financeiras suspeitas. O banco se baseia na coleta e manutenção de informações objetivas que indiquem compatibilidade entre as normas vigentes e a atividade econômica exercida.

Valério
O sub-relator de Normas de Combate à Corrupção, deputado Onyx Lorenzoni (PFL-RS), questionou o motivo pelo qual passaram despercebidas para o BB as movimentações do empresário Marcos Valério de Souza. Lobo respondeu que provavelmente, ao analisar as movimentações, os avaliadores não encontraram fortes indícios de crime na simples análise dos números, apesar de significativos.
Segundo o representante do Banco do Brasil, é necessária maior integração entre os vários órgãos do sistema – BB, Coaf, Polícia Federal e Ministério Público, entre outros. O setor precisa de trocas de informações mais sistemáticas , afirmou Lobo.

Novo paradigma
Outro fator que dificulta a fiscalização, no entender do funcionário do BB, é cultural. Os bancários, ressaltou, convivem nos últimos anos com uma mudança de paradigma na sua função. "Antes, o bancário era treinado para avaliar o risco de crédito", lembrou Edson Lobo. Agora, completou, tem de analisar também o risco de a operação envolver crime, mesmo que não ofereça à instituição nenhum perigo financeiro. Os bancários, de acordo com Lobo, precisam de um pouco mais de tempo para se adaptar a essa mudança.


Reportagem - Luiz Claudio Pinheiro
Edição - Sandra Crespo

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