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16/12/2004 06:06

Ato na Câmara encerra o Ano Nacional da Mulher

Iolando Lourenço / ABr

Mulheres parlamentares e representantes da Organização Não Governamental (ONG)Agende (Ações em Gênero, Cidadania e Desenvolvimento) realizaram ontem, na Câmara dos Deputados, ato de encerramento do Ano Nacional da Mulher e da campanha "16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra as Mulheres".

A campanha "16 Dias de Ativismo" foi realizada em 130 países para denunciar a violência contra a mulher em todo o mundo. A solenidade foi promovida pela Comissão Especial da Mulher e pela ONG Agende. A ministra Nilcéia Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, que participou do evento, disse que 2004 teve um saldo positivo para as mulheres: "Avançamos em muitas questões e conseguimos deixar para 2005 um saldo que é de discussões que devem alterar a vida das mulheres". Ela citou entre os avanços o lançamento do Plano Nacional, composto de 198 ações concretas e metas vinculadas ao cotidiano das mulheres.

De acordo com a ministra, apesar dos avanços conseguidos neste ano, que foi transformado no Ano da Mulher por iniciativa do Congresso e do Executivo, as desigualdades entre homens e mulheres ainda são muito grandes: "Temos desigualdades em todos os campos. Combater essas desigualdades é um desafio de todos".

A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), presidente da Comissão Especial da Mulher, também considerou 2004 um ano positivo para as mulheres. Segundo ela, foram analisadas 300 proposições legislativas na Câmara que dizem respeito diretamente às mulheres. Ela citou que muitas dessas matérias foram aprovadas nas comissões técnicas e devem ser apreciadas pelo Plenário da Câmara, no ano que vem. Para Jandira, 2004 foi o ano da consolidação da bancada feminina no Congresso, que é composta de 44 deputadas e nove senadoras.

A deputada do PCdoB destacou que a discriminação contra a mulher ainda é muito grande em todos os setores. Segundo ela, a violência doméstica praticada contra as mulheres é outro tema que preocupa, já que ela chega a 95 % dos casos. Jandira informou que no ano que vem a Câmara deverá votar projeto que ajudará no combate a esse tipo de violência, além de uma série de outras matérias voltadas para o combate à discriminação contra as mulheres.

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