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08/06/2007 18:56

As principais queixas de médicos aos planos de saúde

Gabriel Corrêa/ABr

São Paulo - Quase metade dos 50 mil médicos que atendem pacientes por planos de saúde no estado de São Paulo afirma que sofrem ou já sofreram algum tipo de restrição ou imposição feitas por operadoras de saúde suplementar, segundo documento divulgado nesta segunda-feira (4) pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) e a ONG Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

Segundo o relatório Planos de Saúde: Nove Anos Após a Lei 9656/98, as principais reclamações dos médicos são a negação de autorização para consultas, para internações e exames (82%), o não pagamento de serviços feitos (81%), pressões para diminuir o tempo de internação hospitalar dos pacientes (55%) e descredenciamento unilateral por parte das operadoras dos planos (42%).

As entidades ressaltam ainda que é muito grande a defasagem dos valores pagos pelos convênios aos médicos em relação aos valores de mercado. O preço médio que as operadoras pagam por consultas aos médicos no estado de São Paulo é de R$ 30 e em todo o país de R$ 26, contra um valor médio de R$ 145 cobrado nos consultórios e clínicas particulares.

Além dessas questões, o diretor do Cremesp Renato Azevedo Júnior destaca que a lista de medicamentos reconhecida pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está defasada em dois anos. Isso prejudica os conveniados com direito a reembolso do valor gasto em medicamentos, pois nesses casos os médicos só podem prescrever remédios dessa lista.

Em entrevista à Agência Brasil, o diretor de Fiscalização da ANS, Eduardo Sales, explica que essa desatualização deve-se à “dificuldade para se reunir evidências (...) com critérios científicos” junto aos outros órgãos de saúde. O Cremesp pede maior agilidade nesse processo e acredita que ele poderia se aproximar da regularidade verificada nas divulgações da Organização Mundial da Saúde das Nações Unidas.


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