Cassilândia, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

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01/09/2011 07:49

Artigo: Um companheiro inseparavel

Terezinha Tagliaferro, de Malta

Dona Emilia, ja de uma certa idade, nunca teve condiçoes de comprar a sua casa propria, sendo assim morava sozinha, apos a morte do marido.
Uma certa noite passou mal e seu filho que morava perto a levou para o pronto socorro.O caso era grave e Dona Emilia ficou internada na UTI.O filho consternado ouviu com resignaçao a noticia do médico que disse que infelizmente nao se podia fazer mais nada, era so esperar pelo desfecho,entregar nas maos de Deus porque ela estava mesmo no fim da caminhada dela.
O filho muito preocupado, chamou seu compadre e pediu a ele que fosse comprar a urna mortuaria,e que preparasse tudo o necessario, ele restaria no hospital, pois poderiam precisar dele.
No dia seguinte estava tudo preparado.Além disso, o filho, pra economizar um pouco, ja falou com o proprietario da casa que D.Emilia nao precisava mais da casa e iria desocupa-la.
Mas a vida é assim, muitas vezes os planos dos homens nao sao os mesmos de Deus.Fato esta que alguns dias depois, D. Emilia começou a melhorar e apos 3 meses estava completamente recuperada.
Entao, o filho com muita calma e ao mesmo tempo muito preocupado pela reaçao da mae, explicou-lhe como estavam as coisas.A partir de entao, ela iria morar com o filho e a familia dele que por sinal, haviam um casal de filhos.
D.Emilia sempre preferiu ter o \\\"cantinho dela\\\" e poder ser independente, mas diante dos fatos, ela aceitou a situaçao, porém tinha uma exigencia a fazer: A urna mortuaria iria com ela, onde ela fosse, seria sua companheira inseparavel, visto que lhe trouxe tanta sorte.Além disso, exigia que fosse colocada debaixo da cama dela.
O filho e seus familiares ficaram horrorizados diante de tal proposta e os netos disseram que se a urna entrasse em casa eles sairiam.Um belo \\\"abacaxi\\\" pra descascar....
Pra encurtar a historia o caso foi parar no Forum, para o juiz dar a sentença.
D. Emilia defendia com \\\"unhas e dentes\\\" seu ponto de vista e isto arrancava gargalhadas dos jurados e do publico.
Ao juiz, D. Emilia era muito simpatica, mas nao impediu de dar a seguinte sentença:
\\\" So ao dono da casa cabe o direito de permitir o que entra ou nao na casa dele, uma vez que ele nao autorizou a entrada da urna, esta deve ficar fora....\\\"
E voces meus amigos, que sentença dariam?

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