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18/11/2008 18:41

Aprovados em concurso acionam deputados por promoção

Aline Queiroz e Fernanda França, Campo Grande News

Candidatos aprovados no concurso para sargento realizado em 2002 foram hoje à Assembléia Legislativa de Mato Grosso do Sul pedir apoio parlamentar para se manterem no cargo e com objetivo de garantir que outros militares também consigam a promoção. O impasse é o seguinte: mesmo com um processo seletivo válido, o Governo Estadual abriu novo concurso em 2004, situação que motivou muitas ações judiciais.

Alguns aprovados conquistaram por meio de liminar ou mandado de segurança o direito da promoção a sargento, outros chegaram até ao cargo de segundo sargento. No entanto, existem casos em que os concursados voltaram a cabos e soldados.

Em meio a incertezas está Fábio Alex Devetak, 34 anos, que foi promovido a sargento por meio de liminar. “Nós tememos perder a liminar e voltar a ser soldados. O Estado já gastou muito conosco e hoje não vale a pena voltar atrás, até porque, provamos que somos aptos, fizemos o concurso e o curso. Para a sociedade e para nossa família já somos sargentos” argumenta o militar.

Ele integra uma comissão composta por cinco pessoas que está na Casa de Leis na intenção de resolver o impasse. Os militares estiveram reunidos com o presidente da Assembléia, Jerson Domingos (PMDB), além dos deputados Zé Teixeira (DEM) e Londres Machado (PR).

Devetak considerou positiva a reunião. Ele acredita que os parlamentares possam interceder junto ao governador André Puccinelli (PMDB) para resolver a situação.

De acordo com o militar, para o concurso de 2002 foram abertas 50 vagas e os primeiros aprovados foram empossados. Em 2004, quando o processo seletivo ainda tinha validade, novo concurso foi aberto, situação que contraria a legislação.

Segundo Devetak, o artigo 37 da Constituição Federal diz que os aprovados no concurso anterior podem ser aproveitados em até dois anos. Cerca de 80 pessoas não foram promovidas e tentam uma solução para o caso.

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