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19/05/2011 11:39

Após sofrer goleada, Operário está de volta à Segundona do Estadual

Fabiano Arruda, Campo Grande News

O Operário precisava vencer o confronto contra o Aquidauanense, na rodada de ontem, em Aquidauana, mas não conseguiu triunfar, foi goleado por 4 a 0, e está de volta a Série B do Campeonato Estadual.

O Galo é o penúltimo colocado do grupo B com apenas sete pontos, frutos de uma campanha de nove derrotas, um empate e apenas duas vitórias em 12 jogos.

Restam duas partidas ainda na primeira fase da competição e mesmo duas vitórias não resolvem. Os próximos adversários do alvinegro da Capital são Maracaju, que briga pelas primeiras posições no grupo B, e MS Saad.

A situação do Operário pode piorar ainda, caso seja confirmada a perda de seis pontos pela FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul), punição por conta do time ter utilizado um atleta irregularmente no Estadual.

O Galo esteve na zona de rebaixamento na maioria das rodadas disputadas pela competição. Para se ter uma ideia da crise, Marco Antônio, que começou o Estadual atuando pelo time, teve de assumir o cargo de técnico.

Reclamação antiga - Antes mesmo de ter mais concreta a possibilidade de cair para Série B, o presidente do Operário já ameaçava retirar o clube da competição, reclamando de falta de apoio do poder público municipal, empresários e dos políticos locais.

“Nós fazemos do nosso bolso o que podemos. No interior os times têm investimentos da prefeitura. Em Dourados, a cidade que estava um caos, a prefeitura deu R$ 250 mil pro 7 de Setembro. Nós estamos somente com jogadores locais, nosso campeonato não é mais estadual, é nacional. Só tem aventureiros de outros Estados. Se todos os times tivessem somente jogadores locais, nosso time estaria atropelando. O Aquidauanense por exemplo tem a base do time no Palmeiras B”, chegou a declarar o dirigente.

“No ano passado, na série B várias pessoas chegaram dizendo que iam ajudar, mas depois abandonaram, nos largaram cheio de dívidas. Nos últimos anos fizemos um grande trabalho de recuperação da imagem do Operário, com material esportivo, de 2007 para cá, você via os torcedores no estádios sem camisa do clube, porque não existia mais”, afirmou à época.

Entre outras acusações, Tony frisou que o Galo da Capital foi prejudicado pela FFMS (Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul), tendo a maioria dos jogos da primeira fase marcados para o interior.

“A tabela foi direcionada, os primeiros jogos todos foram jogados fora de Campo Grande para prejudicar o Operário, porque na segunda fase todos os times que tem dinheiro se equilibram com jogadores de outros campeonatos estaduais mais fortes”.

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