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12/03/2007 18:12

Após 44 mil casos de dengue, MS pode ter dinheiro extra

Marta Ferreira e Maristela Brunetto - Campo Grande News

Justo quando a epidemia de dengue dá sinais de estar enfraquecendo, após o registro de 44 mil casos, o ministro da Saúde, Agenor Alvarez, sinalizou hoje positivamente ao pedido de mais recursos para combater a doença em Mato Grosso do Sul, feito por um grupo de prefeitos e parlamentares. A informação é do deputado federal Waldemir Moka (PMDB), que participou da reunião, junto com os prefeitos de Campo Grande, Nelson Trad Filho; Jardim, Evandro Bazzo; Três Lagoas, Simone Tebet; Aquidauana, Felipe Orro; Jateí, Eraldo Leite; Laguna Caarapã, Luiz Brandão; Dourados, Laerte Tetila e de Coxim, Moacir Kohl.

Segundo o deputado, os detalhes sobre a liberação de recursos extras, que já havia sido negada anteriormente pelo ministro, vão ser acertados com a secretaria de Saúde do Estado, Beatriz Dobashi. Dobashi também participou da reunião, junto com o secretário de Saúde municipal, Luiz Henrique. Ainda conforme Moka. Foram solicitados recursos para “infra-estrutura e apoio” no combate à doença.

O deputado admitiu que, se vier, o reforço chega numa hora em que a epidemia pede força e portanto, já fez milhares de vítimas, com pelo menos oito mortes. Mas diz que a verba poderá ser usada para evitar que a situação se repita, garantindo a prevenção no período ideal, quando não está chovendo tanto.

Os últimos dados do Estado, de 7 de março, apontam 44 mil casos notificados da dengue clássica em todos os 78 municípios. A maior parte deles está em Campo Grande, com 31,951 notificações, 922 delas confirmadas. É a cidade campeã de casos no País, com mais de 40% das notificações nacionais.

Nos últimos 12 dias, segundo o balanço mais recente, a epidemia diminuiu de intensidade, com o registro diário de casos caindo para 387,58, um número que já chegou a mil por dia. As notificações chegam a 31.951, dos quais 922 foram confirmados, segundo o último levantamento da secretaria municipal de saúde de sexta-feira, dia 9 de março.

Mesmo com menos notificações, a situação ainda preocupa as autoridades de saúde por conta do número de casos da forma mais grave da doença, a hemorrágica. São 99 casos suspeitos e 11 confirmações em Campo Grande. No Estado todo, a doença já fez oito mortes, pelo menos. A mais recente foi na sexta-feira, em Dourados.

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