Cassilândia, Terça-feira, 06 de Dezembro de 2016

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08/01/2007 17:43

André diz ainda não ter definição sobre salário

Maristela Brunetto e Humberto Marques/Campo Grande News

O governador André Puccinelli (PMDB) concedeu entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira para reafirmar que ainda não tem uma definição sobre o pagamento do salário de dezembro do funcionalismo público. Ele já começou a ser pressionado por categorias e disse que só dá garantia do depósito da primeira folha referente ao seu governo, a ser paga até o quinto dia útil de fevereiro.

Puccinelli já foi pressionado por servidores do Judiciário e disse que paga parte da folha entre os dias 10 e 11. A cobrança veio ainda da Defensoria Pública, Assembléia Legislativa, Ministério Público. Sobre o pessoal do Executivo, “estão aguardando”, resumiu.

Após falar com a imprensa, Puccinelli seguiu para a Secretaria de Fazenda discutir o atraso salarial do MP com a procuradora de Justiça Irma Anzoategui. A conversa com o representante do Judiciário, o presidente do TJ Claudionor Abss Duarte, já ocorreu.

A folha de pessoal do Estado é de cerca de R$ 80 milhões, conforme valores repassados pela gestão anterior. Não ficou caixa para os salários, contrariando a Lei de Responsabilidade Fiscal, apesar de na reta final o governo Zeca do PT ter liberado R$ 116 milhões a um seleto grupo de credores e fornecedores. Além do funcionalismo, 80 mil famílias beneficiárias de programas sociais vivem a indefinição quanto aos recursos no cofre do estado.

Puccinelli não revelou haver uma fórmula definida para quitar a folha de janeiro. Pode haver parcelamento, negociação, sugeriu. Ele afirma tem como prioridade pagar a dívida com a União, com parcelas vencidas em R$ 46 milhões, incluindo multa de R$ 1,7 milhão por atraso no repasse, a fim de evitar bloqueio nas contas público, como chegou a ocorrer na semana passada.

Auditorias - Na entrevista, Puccinelli voltou a falar ainda sobre auditorias nos órgãos públicos, tarefa delegada à Procuradoria Geral do Estado. Nesta segunda-feira, saíram decretos determinando devassa na Fertel, fundação que administra a Rádio e TV Educativas, e na Agiosul, o órgão que produz o Diário Oficial. O governador disse que cobrou que a PGE concentre seu pessoal nessa tarefa em todas as pastas porque sentiu “o sapato apertado no calo do dedo”.

Ao falar sobre contas herdadas, Puccinelli comentou pedidos de intervenção contra o Estado pelo não pagamento de precatórios ainda referentes ao ano de 2005.

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